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	<title>Dédalos</title>
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	<description>Blogue pessoal de Manuel Melo</description>
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		<title>A Minha Playlist (internacional) &#8211; II</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 18:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[E pronto, passaram-se quatro meses desde a primeira playlist que aqui expus e entendo agora ser chegado o momento de partilhar com vocês as minhas escolhas dos últimos tempos. A verdade é que, finalmente, chegaram as férias e devo passar a ouvir outras coisas &#8211; ou então não. De qualquer forma e para memória futura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E pronto, passaram-se quatro meses desde a primeira playlist que aqui expus e entendo agora ser chegado o momento de partilhar com vocês as minhas escolhas dos últimos tempos. A verdade é que, finalmente, chegaram as férias e devo passar a ouvir outras coisas &#8211; ou então não. De qualquer forma e para memória futura aqui ficam dez das minhas escolhas e que me acompanharam nos últimos tempos. Sei que para a esmagadora maioria de vocês o interesse nas minhas escolhas musicais é de uma nulidade absoluta. Mas o objectivo não é afagar o meu ego, mas sim, aleatoriamente, deixar aqui alguém que possa constituir uma descoberta vossa. Se alguém achar piada a algo que ainda não conheça, já valeu a pena chatear os outros todos.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">1. Mournful Congregation &#8211; “Solemn Strikes The Funeral Chime”</span></strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LzDVBNPqmUU?fs=1&amp;hl=pt_PT"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LzDVBNPqmUU?fs=1&amp;hl=pt_PT" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
Há música que nos desperta os sentidos, fazendo-nos dançar, cantar ou mesmo chorar.  Mas há música que actua de dentro para fora. Contida dentro de nós, solta-se quando já não tolera mais estar retida. É então que nos dilacera as entranhas e nos abandona, como se fôssemos um corpo que a amordaçou e a privou da liberdade. O efeito é devastador e um exemplo extremo é este fantástico tema que a banda australiana usou como intro de um álbum – para que toda a gente saiba bem cedo com o que conta daí para a frente. Este estilo chama-se funeral doom e eu até gostava que o tocassem no meu próprio funeral. E digo-o com toda a sinceridade. Para já, não consigo deixar de o ouvir&#8230;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>2. Leonard Cohen &#8211; “Dance Me to the End Of Love”</strong></span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ye6JssTdnvw?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/ye6JssTdnvw?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
No fundo, eu até gostava que esta canção e tantas outras não existissem. Quando as ouço sou levado a acreditar que o ser humano é capaz de grandes obras e é um ser digno de um grão de poeira perdido no Universo. Mas infelizmente a maioria dos homens da minúscula Terra nunca devem ter ouvido esta valsa. E é pena. Faz parte das minhas memórias dos anos &#8216;80 e espero que assim continue – a fazer-me gostar de envelhecer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">3. Ataraxia &#8211; “Daytia”</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Tk2rhi-bw8A?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Tk2rhi-bw8A?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
A produção é excelente, mas aposto que uma vozinha da MTV não dava para isto. A voz inconfundível da italiana Francesca foi determinante para que, quatro meses volvidos, ainda não tenha desistido deste álbum grandioso. Então esta canção é como um coro de anjos que me embala num sonho idílico, longe deste mundo e onde não exista tempo, espaço ou memória. Mas se o céu existe mesmo, não pode ser melhor do que isto, por isso&#8230; para quê partir tão cedo?</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>4. East River Pipe &#8211; “Make A Deal With The City”</strong></span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LpIRInG-eTg?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/LpIRInG-eTg?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Fred Cornog é um antigo sem-abrigo das ruas de Filadélfia que descobri há mais de uma década na internet. É um grande músico e um porreiraço que ficou encantado com um e-mail meu e ao qual respondeu entusiasmado por a sua música estar a tocar numa pequena rádio em Portugal. Mas a canção é gigantesca. Até apetece ir morar para debaixo da ponte – para ver se dou alguém na vida. Obrigado Fred.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>5. Tenhi &#8211; “Revontulet”</strong></span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/S7uoVE8HCy8?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/S7uoVE8HCy8?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
É a minha vontade inabalável de querer procurar a complexidade. E se há banda que leve esse meu desejo ao extremo, são estes finlandeses. Normal entre eles. Conhecem alguma banda finlandesa fraca? Eu não. Sabem porquê? Porque na Finlândia estuda-se música desde bem cedo e não se incentiva o uso de porcaria, como por cá fazem na televisão do estado (assim, com letra pequenina, para mostrar o meu desprezo). O resultado – mais um – é este que aqui deixo.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>6. Diamanda Galas &#8211; “Iron Lady”</strong></span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6L8xBkOzNNY?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/6L8xBkOzNNY?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
E falava eu em complexidade. Embora soe estanho a muita gente (e esta canção é até bem acessível), esta americana filha de gregos é simplesmente uma das maiores artistas que a música conheceu nas últimas décadas. Esta canção é tão brutal como a letra que a adorna. Uma obra de arte  mágica.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">7. Elend &#8211; “Lucifer”</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QJBVDZBoVO8?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/QJBVDZBoVO8?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
No mainstream podem parecer algo ultrapassados, mas neste dark ambient/neo-clássico, os franceses são enormes. Este é um dos exemplos maiores e um projecto que já não existe por ser demasiado dispendioso de produzir sem garantia de retorno. Talvez um dia lhe dêem o valor que merece. Acresce dizer que Lucifer não tem nada a ver com Satanás – não se deixem contaminar com a lengalenga da santa madre igreja católica apostólica romana. Lucifer significa Estrela da Manhã em grego.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">8. Björk &#8211; “Bachelorette”</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1a1bfbk_yQU?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/1a1bfbk_yQU?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Arte. Pura arte. A pequena Björk é um vulcão islandês tão violento como os que marcam a Dorsal Atlântica. Quero lá saber do alegado mau feitio da senhora que nunca deixou de ser menina. O talento é maior do que todas as ondas de ira por si provocadas e isso a mim basta-me. E os prémios de “mais mal vestida” atribuídos pelas estilistasinhas da tanga a mim divertem-me. Só significam que a arte não tem muros a dividi-la: ou é arte ou não. A música de Björk é; quanto ao resto, chamem-lhe o que quiserem.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>9. Tindersticks &#8211; A Marriage Made in Heaven</strong></span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XMhQIYlFxlM?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/XMhQIYlFxlM?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Do pouco que me marcou nos anos &#8216;90. Acreditem. A dupla perfeita: Stuart Staples e Isabella Rosellini numa canção absolutamente brilhante do princípio ao fim, em cada nota, em cada mudança de compasso. Nada falta e nada ficou a mais, como acontece com as canções imortais. Se ainda não conhecem, não faz mal – ainda vão a tempo.</p>
<p>10. Immortal &#8211; “One by One”<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/C6kQu2MvUIY?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/C6kQu2MvUIY?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Deu para perceber que não ando numa onda muito rockeira há bastante tempo (com excepção da produção nacional). Só que de vez em quando sabe bem uma violenta descarga de adrenalina e para isso, nada melhor do que o recurso a quem o sabe fazer como ninguém. Desta forma, sempre mantenho a complexidade nas minhas escolhas: sim, isto é bem mais complexo, técnico e difícil do que pode parecer a qualquer incauto que apenas ouve o violento tsuniami decibélico que aqui está. Do que tenho mesmo pena é que o black metal norueguês esteja envolto em tanta polémica estúpida e absolutamente desnecessária.</p>
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		<title>Os (meus) dez maiores clássicos do Rock&#8217;n&#039;Roll</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 02:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sei que já não vinha a esta minha baiuca há imenso tempo. Mas agora apeteceu-me. São 3 horas da manhã de Domingo dia 26 de Junho e apeteceu-me &#8211; mesmo &#8211; escolher a direito dez clássicos do rock&#8217;n'roll. Sem pensar duas vezes. Assim, de 1 a 10. Se me lembrasse disto de dia a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que já não vinha a esta minha baiuca há imenso tempo. Mas agora apeteceu-me. São 3 horas da manhã de Domingo dia 26 de Junho e apeteceu-me &#8211; mesmo &#8211; escolher a direito dez clássicos do rock&#8217;n'roll. Sem pensar duas vezes. Assim, de 1 a 10. Se me lembrasse disto de dia a lista poderia ser diferente. Mas é a hora dos morcegos. Ora, como sei que este espaço é muito &#8211; mal &#8211; frequentado por gente muito jovem, mas extremamente atenta a interessada, aí ficam dez temas do tempo em que os vossos papás nem se conheciam, quanto mais trocavam genes &#8211; isto é uma forma &#8220;poética&#8221; de dizer que vocês andavam ainda no cú dos franceses. Aí vai:</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">1. BLACK CROWES &#8211; &#8221; Twice As Hard&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/x8Oob6vffhw&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/x8Oob6vffhw&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">2. MOUNTAIN &#8211; &#8220;Mississipi Queen&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qFhM1XZsh6o&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/qFhM1XZsh6o&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">3. MOLLY HATCHET &#8211; &#8220;Flirtin&#8217; With Disaster&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sFs8G0yOtfc&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/sFs8G0yOtfc&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">4. VAN HALEN &#8211; &#8220;Panama&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_Zm5c7mKjrQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/_Zm5c7mKjrQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">5. BUDGIE &#8211; &#8220;Homicidal Suicidal&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DbscvZPEA98&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/DbscvZPEA98&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">6. MONTROSE &#8211; &#8220;Space Station #5&#8243;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GHmqWRY-OdA&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="405" src="http://www.youtube.com/v/GHmqWRY-OdA&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">7. JIMMY BARNES &#8211; &#8220;Ride The Night Away&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9aOsTftr6JA&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/9aOsTftr6JA&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">8. THE KINKS &#8211; &#8220;You Really Got Me&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-2GmzyeeXnQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/-2GmzyeeXnQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">9. THE LONG RYDERS &#8211; &#8220;Looking For Lewis And Clark&#8221;</span></strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0saf-DKQoM8&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/0saf-DKQoM8&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">10. MARC BOLAN &#8211; &#8220;20th Century Boy&#8221;</span></strong><br />
<object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ylww2dOW7fg&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Ylww2dOW7fg&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>E pronto. Se, para alguns de vocês, há por aqui muita gente desconhecida&#8230; melhor ainda. Deixaram de ser desconhecidos. Mas uma coisa vos garanto: embora possa ter passado ao lado de alguns de vocês, estes temas são verdadeiros clássicos do rock&#8217;n'roll e marcos no mundo inteiro. Só que a lista poderia ter centenas de entradas. Por isso mesmo&#8230; depois trago mais. Prometo.<br />
E espero que continuem a frequentar &#8211; mal &#8211; esta espelunca. Sempre no sentido pecaminoso &#8211; tal qual o espírito do rock&#8217;n'roll. Da maneira que esta merda anda cá em baixo, não tarda muito e todos os processos de pecado vão prescrever lá por cima das nuvens.<br />
Ah, já me esquecia. O sr. Ratzinger, agora chefe de Estado do Vaticano, em tempos propôs acabar com as mini-saias (merecias arder no inferno num caldeirão de azeite a ferver, ó pastor alemão) e os festivais rock. Só por isso foi giro ver o avozinho Cavaco a apresentar-lhe os netinhos, eles que são filhos de um dos maiores organizadores de espectáculos rock em Portugal. Pequem, cavaquinhos, pequem. Vão ver os festivais que o papá organiza e curtam as mini-saias. It&#8217;s only rock&#8217;n'roll&#8230;</p>
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		<title>A minha playlist (internacional) &#8211; I</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu-me para isto. Escrever uma espécie de playlist de dez dos temas que mais me acompanharam nos primeiros três meses de 2010. Atenção: não estão aqui incluídos os temas da música portuguesa. Isto é mais ou menos o que fui ouvindo até agora neste ano. E publico esta lista porque acho que alguns dos meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu-me para isto. Escrever uma espécie de playlist de dez dos temas que mais me acompanharam nos primeiros três meses de 2010. Atenção: não estão aqui incluídos os temas da música portuguesa. Isto é mais ou menos o que fui ouvindo até agora neste ano. E publico esta lista porque acho que alguns dos meus estimados fregueses ficarão surpreendidos e outros até conhecerão algumas coisas novas. Então é assim:</p>
<h1><span style="color: #ff6600;">1. Ataraxia &#8211; &#8220;Aperlae&#8221;</span></h1>
<p><em><span style="color: #ffff99;">Por vezes pergunto-me se isto existe mesmo. Se não é fruto da minha imaginação mais idílica, mais calma e bela. Este tema é a paz absoluta, exemplo máximo da beleza e harmonia. Um encanto. Já perdi a conta às vezes que me deixei enfeitiçar por ele &#8211; e continuarei a fazê-lo.</span></em></p>
<address> </address>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iJFMP_XyeGw&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/iJFMP_XyeGw&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">2. This Mortal Coil &#8211; &#8220;Song To The Siren&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Miss Liz Frazer num dos seus momentos mais emotivos e grandiosos. A voz desta senhora é encantadora até quando atende o telefone, mas aqui é simplesmente divinal, uma dádiva dos Céus.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4mUmdR69nbM&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4mUmdR69nbM&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">3. My Dying Bride &#8211; &#8220;I Cannot be Loved&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>O que há de comum entre este tema e os dois anteriores? Melodia e pura harmonia. E a mim pouco me importa se a quantidade de decibéis ou distorção é maior ou menor. E, perdoem-me pelo menos uma vez na vida: esta é a melhor banda do mundo e ponto final. Está dito.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/g3uHn88Dgoo&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/g3uHn88Dgoo&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">4. Mentallo And The Fixer &#8211; &#8220;Natalia&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Mestres do electro-industrial, os irmãos Dassing, do Texas, apresentam-nos aqui um tema capaz de nos despertar os sentidos e conduzir-nos a um estado de paz absoluta. Do ponto de vista técnico e de composição, é bem mais complexo do que aparenta. Pena o video não ser oficial, mas foi o melhor que encontrei.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oeTXrGLYG8E&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/oeTXrGLYG8E&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">5. Whitesnake &#8211; &#8220;Slow An&#8217; Easy&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Grande, grande, grande. Um colosso do rock&#8217;n'roll. Esta canção tem tudo: rock, hard, blues, soul, carga dramática, virtuosismo, a voz inconfundível de David Coverdale e deita for fora de emoção. Um verdadeiro rock hino. Para ouvir de braço no ar e sentir o rock a fervilhar nas veias. Mágico.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/b9uFNHvDBVg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/b9uFNHvDBVg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">6. The Clash &#8211; &#8220;I Fought The Law&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Um clássico de 1959 devolvido à vida vinte anos depois pela mão de uma banda genial. O título da canção poupa-me a tarefa de escrever mais sobre esta escolha.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/16u0wwCfoJ4&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/16u0wwCfoJ4&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">7. Tiamat &#8211; &#8220;Do You Dream Of Me?&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Tema do histórico álbum &#8220;Wildhoney&#8221;, incursão marcante do colectivo sueco/alemão pelos terrenos do doom metal, este &#8220;Do You Dream Of Me?&#8221; é quase uma meditação que não deixa ninguém indiferente. Uma obra de arte.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yK9IdHBNR5Q&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/yK9IdHBNR5Q&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">8. Cocteau Twins &#8211; &#8220;Iceblink Luck&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>É a segunda vez que Elizabeth Frazer aparece aqui. E depois? A voz dela deveria ser património da Humanidade. Só tenho a agradecer por ter vivido em cheio os anos oitenta. Vejam lá porquê</em>.</span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Wl5EqjtRuGU&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Wl5EqjtRuGU&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">9. Golden Earring &#8211; &#8220;Radar Love&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Dizia-me um amigo, não há muito tempo, que o rock acabara no final dos anos oitenta. Não sei até que ponto concordo com ele, mas a verdade é que um clássico destes parece dar força aos argumentos dele. Para os mais atentos: digam-me lá se os anos noventa e o novo milénio produziram algo como isto. Intacto até aos dias de hoje. Disto&#8230; já não se faz. Made in The Netherlands, um dos maiores clássicos do rock&#8217;n'roll, ano de fabrico 1974.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JeRa3RtBiIU&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/JeRa3RtBiIU&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h1><span style="color: #ff6600;">10. Shania Twain &#8211; &#8220;From This Moment On&#8221;</span></h1>
<p><span style="color: #ffff99;"><em>Sei que é a maior surpresa aqui presente. Lindíssima, video muito belo e bem feito, uma voz extraordinária, músicos perfeitos, arranjos perfeitos, uma produção perfeita (Robert John Mutt Lange era um tipo cheio de sorte e esbanjou-a). Esta senhora vale mil vezes mais do que as suas coleguinhas comerciais que com ela partilham os programas de top e as horas da MTV. Ela é de outra galáxia.</em></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/a-Lp2uC_1lg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/a-Lp2uC_1lg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Ren &amp; Stimpy &#8211; a chorar ou a cagar o importante é rir e muito</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 00:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Humor]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando nascemos, era útil que houvesse, de imediato, uma triagem que nos desse uma espécie de crédito de tempo de vida. Assim sendo, em vez de vivermos os tais 70 anos de média da Europa Ocidental, o melhor era repartir melhor as coisas. Explico: tipos como eu e o meu prezado leitor ficavam logo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nascemos, era útil que houvesse, de imediato, uma triagem que nos desse uma espécie de crédito de tempo de vida. Assim sendo, em vez de vivermos os tais 70 anos de média da Europa Ocidental, o melhor era repartir melhor as coisas. Explico: tipos como eu e o meu prezado leitor ficavam logo com uns 200 ou 300 anos de vida. Os geniais viviam para aí uns mil anos. Outros há que deveriam voltar de imediato para o bandulho das mães porque não fazem cá falta nenhuma. Deixando estes de lado &#8211; e não são tão poucos como isso &#8211; deixem-me sugerir um que eu considero genial e deveria viver o tal milénio. E, mais importante, deviam deixar o homem fazer aquilo que muito bem entender na sua área.<br />
Falo do sr. John Kricfalusi, nascido a 5 de Setembro de 1955 e natural de Chicoutimi, uma pequena cidade do Québec, no Canada. Contudo, foi nos Estados Unidos e com uma crítica mordaz a um certo sector da sociedade americana que ele se tornou famoso. Para quem não sabe, este senhor é o criador da série Ren &amp; Stimpy.<br />
A este senhor devo-lhe algumas das mais saborosas gargalhadas que dei até hoje. A verdade é que é muito fácil fazer-me rir ou sorrir, mas é extremamente difícil fazer-me rir a bandeiras despregadas. Se quiserem, chamem-lhe um riso involuntário provocado pelo meu organismo. É muito raro, mas há mesmo quem consiga transformar-me num vulcão furioso.<br />
No Youtube não encontrei o que vos queria mostrar, mas encontrei noutro sítio. Aceito que a maioria de vocês fique indiferente a isto, mas eu lembro-me bem deste episódio e conheço muito bem as personagens da série e o estilo com que John Kricfalusi molda os seus argumentos. Por tudo isso, confesso que chorei a rever esta cena:<br />
<a href="http://en.sevenload.com/videos/RpBZD9o-Ren-And-Stimpy-Happy-Happy-Joy-Joy">http://en.sevenload.com/videos/RpBZD9o-Ren-And-Stimpy-Happy-Happy-Joy-Joy</a></p>
<p>No meio de tanta procura, encontrei mais uma coisa de encher o olho. De facto, há por aí artistas que se dão ao trabalho de apanhar uma série de cenas do Ren &amp; Stimpy e sincronizá-las com a brilhante canção dos Monty Python (mais gajos que deviam durar 1000 anos), interpretada por Eric Idle, &#8220;Ailways Look On The Bright Side Of Life&#8221;. GE-NI-AL. Vejam lá:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3092bY24LNk&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/3092bY24LNk&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Em jeito de curiosidade, aquele botão vermelho onde o Stimpy carrega (que para ele era absolutamente irresistível) apagava a história. Simples, não? Todo o passado desaparecia com um simples botão vermelho. Isto é humor nonsense &#8211; do melhor que há, por sinal&#8230;</p>
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		<title>Heidi Berry &#8211; zero grammys</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Como muitas pessoas, eu fui recentemente fustigado com as notícias sobre os grammys. Durante um dia ou dois não houve jornal ou órgão audiovisual que não falasse nisso ao ponto de já me irritar tanta informação redundante. Era prémios que nunca mais acabava: o melhor disto e o melhor daquilo, tudo somado lá elegeu os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Como muitas pessoas, eu fui recentemente fustigado com as notícias sobre os grammys. Durante um dia ou dois não houve jornal ou órgão audiovisual que não falasse nisso ao ponto de já me irritar tanta informação redundante. Era prémios que nunca mais acabava: o melhor disto e o melhor daquilo, tudo somado lá elegeu os melhores da música popular. E devem mesmo ser os melhores, porque ganham sempre os mesmos todos os anos. Logo, são os melhores que se mantêm melhores. Mas este ano houve até umas raparigas que ganharam pazadas de prémios: a melhor intérprete, a melhor canção, o melhor álbum, a melhor&#8230; sei lá. Acho que uma delas até ganhou sete grammys, o que sempre pode dar para ela vender alguns no Ebay. Mas assim, com sete de uma vez, não há dúvida que ela é mesmo a melhor. Sim, porque vai haver por aí alguns bota-abaixo que vão logo dizer que os promotores destes prémios, mais as companhias discográficas, mais os promotores e produtores dos artistas, mais as cadeias de televisão e até as agências de modelos (sim, algumas também ganham a vida nisso, mesmo sendo as melhores cantoras) têm todos interesses económicos comuns e muitos até pertencem aos mesmos grupos. Por outras palavras: os patrões são os mesmos ou, como diz o povo maldizente, “É tudo farinha do mesmo saco”. Eu não digo isto, mas apenas cito e faço-o aqui; se o fizesse num qualquer fórum público aqui na internet, apareciam logo de tudo quanto é canto e à boa maneira lusitana, cardumes de vozes a chamarem-me uma coisa: invejoso.</p>
<p><a href="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2010/02/2005_jpg.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-390" title="2005_jpg" src="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2010/02/2005_jpg.jpg" alt="" width="280" height="425" /></a>Pois bem, uma cantora que não vale nenhum (nunca ganhou nenhum grammy) é uma das minhas vozes preferidas – sou mesmo um parolo, não sou? A cantora chama-se Heidi Berry e nasceu em Boston, no Massachussets, sendo filha de uma cantora de jazz. A pequenita Heidi cedo desenvolveu o gosto pelo canto, mas optou antes pela folk-pop. Ainda na adolescência mudou-se com a mãe para Inglaterra e foi a partir de então que começou a sua carreira musical. Em finais da década de &#8216;80 começou as suas gravações para uma editora independente inglesa, a Creation Records (em 1987 editou o EP, “Firefly” e em 1989 o LP, “Below the Waves”). A música folk introspectiva, emocional e calma de Heidi Berry não era, de todo, uma tendência naqueles tempos em Inglaterra, mas a diferença acabou por se fazer notar nos meios alternativos, tendo despertado o interesse da carismática edtora 4AD. Nos álbuns que se sucederam, já na década de &#8216;90, Heidi Berry expandiu a sua folk envolvente a cativante, também com a ajuda do seu irmão, o violinista/guitarrista Christopher Berry, o que lhe permitiu expandir mais o seu cunho pessoal, fazendo uso de cores celtas tradicionais, ícones índios, elementos de piano mais antigos e alguns elementos modernos. “Pomegranate” saiu em 2001 e é uma espécie de retrospectiva de Heidi Berry na 4AD, resumindo cinco álbuns e retratando a sua evolução artística. Um dos temas incluídos neste trabalho é, porventura, o mais conhecido: uma versão surpreendente de “Up In The Air” dos norte-americanos Hüsker Dü. O tema saiu originalmente no álbum de 1991, de título “Love”, talvez o mais marcante álbum da cantora e uma peça essencial. É um disco verdadeiramente delicioso, uma mão amiga que nos abraça e acarinha. Digo eu&#8230;</p>
<p>Aqui fica o video para “Up In The Air”. Sublime. Lindo, lindo, lindo.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0GVVP7gtwiQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/0GVVP7gtwiQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E este não é menos. É o belíssimo “ The Moon And The Sun“<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KN7OYgoaX9M&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/KN7OYgoaX9M&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Actualmente, Heidi Berry vive no sul de Inglaterra com o seu companheiro e um inspirador gato preto. Repito que esta cantora nunca ganhou nenhum grammy e garanto-vos que não vai nunca ganhar algum.</p>
<p>Para a conhecerem melhor, aqui fica o site dela: <a href="http://www.heidiberry.com">http://www.heidiberry.com</a></p>
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		<title>Os cangalheiros da Microsoft</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 23:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cerca de dois meses, regressava eu do trabalho e encontrei um amigo à porta da minha garagem à minha procura &#8211; o homem não tinha o meu contacto e precisava de falar comigo. Depois de estacionado o carro, explicou-me que precisava de recuperar dados de um disco de computador e por isso veio à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Há cerca de dois meses, regressava eu do trabalho e encontrei um amigo à porta da minha garagem à minha procura &#8211; o homem não tinha o meu contacto e precisava de falar comigo. Depois de estacionado o carro, explicou-me que precisava de recuperar dados de um disco de computador e por isso veio à procura da minha ajuda. O que se passou antes é simples e comum a muitos utilizadores: o computador foi sendo atulhado de informação, mais software para isto e aquilo, trials, anti-vírus, pirataria, anti-spyware, foi ficando lento e&#8230; pum! O Windows deixou de arrancar. Tentativa em cima de tentativa e aquilo ficava congelado e não atava nem desatava. Ele contou-me que até deixou o arranque uma noite inteira mas aquilo não saiu do sítio. O Windows mostrava as janelinhas todas catitas e nada. Ele já tentara arrancar com o CD do xp, fez uma recuperação, um chkdsk, instalação em cima e&#8230; nada. Ele até sabia como formatar aquilo de raiz, mas o que o preocupava eram os dados que se encontravam no disco e ao qual ele não tinha acesso. Nem era muita coisa: meia dúzia de testes (o meu amigo é professor), as fotografias e alguns trabalhos das filhas, alguns textos e uma brincadeira ou outra. Ah, e o mais importante: alguns dados sobre a avaliação dos seus alunos dos 10ª, 11º e 12º anos. Isso é que o preocupava mais. Tudo junto seriam uns 500MB, não mais. O mais relevante eram apenas documentos do Word, que até cabiam num punhado de MB. Quanto ao resto, ele até mandava tudo ao ar, formatava de novo e instalava o xp. Para recuperar os dados, dirigiu-se à loja onde comprara o seu desktop para lhe efectuarem esse procedimento, porque o resto fazia ele. E, depois de visitada a loja, o homem lembrou-se de mim. A verdade é que, só para copiar os ficheiros pedidos, a loja pediu-lhe a quantia “simbólica” de 50 Euros. Barateiros os artistas, hein? A razão da visita do meu velho amigo era simplesmente uma: saber se os tipos da loja estavam a praticar um preço justo ou não. Na altura não soube como reagir, pois não estava por dentro do problema, mas ele explicou-me: a solução adiantada pelo tipo da loja era abrir o computador, retirar o disco, abrir outro computador e colocar esse disco como escravo de outro para copiar os dados para um CD ou DVD. Depois, voltariam a pôr o disco no sítio para que o meu amigo pudesse finalmente formatar e voltar a instalar o xp. Por tudo isso, queriam 50 Euros.</p>
<p>Depois de analisada a situação, cheguei a uma conclusão, resultante de duas hipóteses: ou estes gajos não percebem absolutamente nada de informática ou valem-se da ignorância dos clientes para lhes extorquirem dinheiro. E se aproveitam a ignorância das pessoas, estes tipos não passam de oportunistas que se valem das borradas da Microsoft para ganhar uns cobres à custa dos clientes. Lamentavelmente, há muitas lojas a fazer dinheiro à custa da limpeza de vírus, formatação de discos e reinstalação de sistemas operativos. É triste, mas é verdade.</p>
<p>Depois de actualizada alguma conversa, fiquei de passar em casa do meu amigo no dia seguinte no fim do trabalho para ver se o ajudava. Eu já sabia o que iria fazer e antes de sair de casa peguei num  Live CD do Linux – o primeiro que encontrei foi um do Fedora Core 10, Quando cheguei a casa do meu amigo, arranquei com o Live CD, localizei o disco rígido e ele disse-me onde estavam os ficheiros. Com um brilho de fascínio nos olhos, o meu amigo assistiu à cópia dos ficheiros para uma pen. Perguntei-lhe se ele queria mesmo formatar o disco, porque poderíamos fazer isso logo ali. Foi o que fizemos. Depois, ele meteu o CD do xp, aquilo arrancou, instalou o xp de novo e ficou com uma máquina nova. Pelo meio, bebemos uma cerveja cada um e actualizámos anos de conversa. Mas o meu amigo não parava de olhar de soslaio para o meu Live CD e tratou de querer saber mais alguma coisa sobre o Linux. Foi preciso vir mais uma cerveja para cada um, para que eu lhe resumisse em que isso consistia. Ficou muita coisa por dizer, mas ele lá me convenceu a arrancar de novo com o Live CD do Fedora. Estava fascinado com aquilo e visivelmente satisfeito com uma solução tão simples e económica de recuperar dados recorrendo a outro sistema operativo. Foi então que eu lhe disse que até dava para instalar aquilo na máquina dele e ele poderia usar os dois sistemas operativos. O meu amigo parecia um homem das cavernas maravilhado com um admirável mundo novo que desconhecia. Demorámos uns minutos até particionar o disco e deixar o Fedora instalar-se na máquina dele, configurando todo o hardware. Pedi-lhe para ligar uma impressora por USB e ele babou-se a ver o sistema operativo detectar a impressora e auto-configurá-la sem a pilha de CD&#8217;s do Windows. Mas faltava qualquer coisa: ele é um comum utilizador de computadores que pouco mais usa que a internet e o Word. Pois, faltava o Word. Ora, como o Fedora é baseado em Red Hat e não é um Debian (como o Ubuntu) não traz o Open Office de raiz. Assim, fiz uma actualização na net e instalei-lhe o Open Office para Linux – afinal, o “Word” a que o meu amigo se referia era o processador de texto do Open Office em Windows, só que ele gravava sempre em formato doc. Sem saber, o meu amigo já usava open source sem fazer a mínima ideia. Durante mais uma meia hora expliquei-lhe que ele não precisava de anti-vírus ou anti-spyware porque, a menos que ele fosse um utilizador radical da net, jamais sofreria um ataque em Fedora. Avisei-o que, contudo, tinha uma pequena desvantagem: se ele insistisse em algum software específico para Windows, eu não garantia que isso funcionasse no emulador Wine. Isso e os jogos – até há quem chame ao Windows “uma consola de jogos”. Aí, o entusiasmo desvaneceu um pouco: o meu amigo adorava aqueles joguinhos da treta do Windows, como a paciência e análogos. Aí, mostrei-lhe a lista de jogos disponíveis em Fedora e todos aqueles que ele poderia instalar ou remover no gestor de pacotes. A efémera desilusão transformou-se em entusiasmo e ele agora parecia querer agarrar o Fedora com unhas e dentes. Expliquei-lhe ainda que o Ubuntu talvez fosse melhor solução para ele por ser mais difundido e existir mais suporte na internet, mas ele foi dizendo que só queria aceder à net, escrever documentos no word para fazer os testes, poder ler os ficheiros simples em Excel e PPS e um joguinho simples uma vez ou outra &#8211; as filhas adolescentes é que se punham para ali a instalar coisas. Ora, se ele tinha tudo com o Fedora, já não precisava de arrancar em Windows. Seria? Deixei ficar os dois sistemas operativos na máquina e fiquei de o contactar mais tarde. Aguardei uns dias e liguei-lhe para saber se estava tudo bem. Surpresa total: não só estava bem, como ele até já tinha explorado o sistema operativo e já o tinha configurado. Já o tinha actualizado e andava a documentar-se sobre as várias distribuições de Linux. Disse-me que aquilo era muito mais fácil e prático e também muito mais bonito. Nunca mais arrancara em Windows e estava satisfeitíssimo. E continua&#8230;</p>
<p>Posto isto, continuo sem perceber os motivos que movem os tipos das lojas de informática. Agora percebo por que motivo eles nunca recomendam o Linux a ninguém: é que em Windows há muito mais probabilidades de o cliente aparecer de novo na loja com o computador às costas, Ou então, pouco mais conhecem do que a chachada do Windows e, nesse caso, não deveriam ter lojas de computadores abertas, porque eles não são profissionais de informática que deviam servir os clientes. Em vez disso comportam-se como parasitas do Windows e por isso eu quero distância deles. Que trabalhem, é a única coisa que lhes peço. Para cangalheiros, já basta quando um tipo se passar para o outro lado.</p>
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		<title>GNU GRUB version 1.97~beta4 &#8211; tenham calma que há solução</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 10:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Se vocês usam Ubuntu (o mais popular dos Debian) em dual boot com Windows, é provável que tenha aparecido, ou vá aparecer nos próximos dias, algo do género no arranque:
GNU GRUB version 1.97~beta4
Minimal BASH-like line editing is supported. For the first word, TAB lists possible command completions. Anywhere else TAB lists possible device/file completions.
sh:grub&#62;
e depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se vocês usam Ubuntu (o mais popular dos Debian) em dual boot com Windows, é provável que tenha aparecido, ou vá aparecer nos próximos dias, algo do género no arranque:</p>
<p><strong>GNU GRUB version 1.97~beta4<br />
Minimal BASH-like line editing is supported. For the first word, TAB lists possible command completions. Anywhere else TAB lists possible device/file completions.</strong></p>
<p><strong>sh:grub&gt;</strong></p>
<p>e depois deste <em>prompt</em>, ardeu – o vosso linux não arranca mais. Mas não desesperem. Só não há solução para a morte.</p>
<p>Na verdade, há três maneiras diferentes de instalar o Linux nas vossas máquinas: sozinho na máquina; instalado numa partição própria a partir do CD e em dual boot; ou então, também em dual boot, mas instalado com o wubi, “dentro” do Windows. Ora, quem tem de conviver com o Windows como colega de quarto, vai ter problemas mais tarde ou mais cedo. O erro vai surgir se vocês fizeram uma actualização recente do Ubuntu (ou outro Debian) instalado com o wubi. E eu tenho dois computadores assim. É a maneira menos recomendável de instalar o Ubuntu, mas a mais prática para desinstalar: basta ir ao Painel de Controlo do Windows, remover o Ubuntu dos programas instalados e&#8230; voilá!, prontinho para nova instalação. Mas também são estes dois que dão mais problemas – os outros são como VW Carocha ou Renault 4L: é ligar e pronto. Mas, como um gajo, lamentavelmente, ainda precisa do Windows para uma criquice ou outra, tem de se sujeitar. Ora, para cada um dos meus computadores com este problema, eu resolvi de maneira diferente.</p>
<p>Vamos solucionar isso? Here we go:</p>
<p>1. Escrevam <strong>reboot</strong> no <em>prompt</em> sh:grub&gt; arranquem em Windows, descarreguem este ficheiro <a href="http://launchpadlibrarian.net/36920146/wubildr">http://launchpadlibrarian.net/36920146/wubildr</a> e copiem-no para cima do que tẽm no nosso computador. Será, muito provavelmente na raiz do disco c. Depois reinicializem, escolham Ubuntu e o vosso grub deve estar vivo de novo.</p>
<p>2. No prompt sh:grub&gt; escrevam:</p>
<p><strong><em>Para Windows ME/XP:</em></strong><br />
sh:grub&gt;set root=(loop0)<br />
sh:grub&gt;linux /boot/vmlinuz-2.6.31-14-generic root=/dev/sda1 loop=/ubuntu/disks/root.disk ro<br />
sh:grub&gt;initrd /boot/initrd.img-2.6.31-14-generic<br />
sh:grub&gt;boot</p>
<p><strong><em>Para Windows Vista/7:</em></strong><br />
sh:grub&gt;set root=(loop0)<br />
sh:grub&gt;linux /boot/vmlinuz-2.6.31-14-generic root=/dev/sda2 loop=/ubuntu/disks/root.disk ro<br />
sh:grub&gt;initrd /boot/initrd.img-2.6.31-14-generic<br />
sh:grub&gt;boot<br />
A diferença é que o sda1 é utilizado para a partição de boot. Aqui escolhi a versão do kernel  2.6.31-14-generic por ser estável e funcionar bem nas minhas máquinas. Mas pode ser outra.<br />
Depois do Ubuntu arrancar, vão a gestor de pacotes Synaptic, marquem o grub para reinstalação e o problema deve estar ultrapassado.</p>
<p>Espero ter sido útil. Mandem sempre.</p>
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		<title>The Georgia Satellites &#8211; os labregos do southern rock</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 01:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Já disse antes que ouço todo o tempo de música e quase toda me dá prazer ouvir. Excepções são poucas: folclore (e não música tradicional), pimba, música latina (ainda nem sei o que é isso) e algumas pasteladas de dança para discoteca rural de matiné de Domingo. Quanto ao resto, engulo de quase tudo, desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já disse antes que ouço todo o tempo de música e quase toda me dá prazer ouvir. Excepções são poucas: folclore (e não música tradicional), pimba, música latina (ainda nem sei o que é isso) e algumas pasteladas de dança para discoteca rural de matiné de Domingo. Quanto ao resto, engulo de quase tudo, desde ópera ou música de câmara até ao grindcore ou death metal; ou, noutra rota, desde a música do mundo até ao trance ou electro-industrial. Contudo, houve uma fase da minha vida – de sensivelmente um ano &#8211; em que, no carro, quase só ouvia rock e blues-soul-rock tipicamente americano. Alguns exemplos: The Kentucky Headhunters, Southside Johnny And The Asbury Jukes, Lynyrd Skynyrd, The Black Crowes, Stevie Ray Vaughan e, entre muitos outros, os The Georgia Satellites. Isto terá sido há mais ou menos vinte anos. Curiosamente, foi nesta altura que comecei a deixar de frequentar a praia para abraçar a montanha. Assim sendo, dei muitas vezes a ouvir a minha música às vacas barrosás e às cabras e ovelhas do Gerês. Já os garranos, nervosos e assustadiços, preferiram sempre guardar uma razoável distância de segurança – do ponto de vista equídeo.<br />
<a href="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2009/12/TheGeorgiaSatellites.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-361" title="TheGeorgiaSatellites" src="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2009/12/TheGeorgiaSatellites.jpg" alt="" width="354" height="337" /></a>Uma banda que me acompanhava sempre chamava-se The Georgia Satellites e, como se adivinha, são do estado americano da Geórgia – neste caso, da gigante capital Atlanta. Chegados aqui, mesmo que vocês não conheçam a banda, já podem adivinhar que tipo de som eles praticam: o som que os rednecks (os parolos, muito simplesmente) mais gostam e que muitos acusam de ser racista, mas não é de todo verdade sendo, isso sim, um perfeito disparate. Chega de suspense: falo do southern rock, pois claro. Os The Georgia Satellites são um grupo de labregos americanos que fizeram de mim o labrego que sou hoje. Digamos que, no meu caso, eu seria um Redneck For Obama.<br />
A banda formou-se em 1980 e gravou uma demo de seis temas no Axis Studio em Atlanta. Eram formados pelo carismático Dan Baird (voz e guitarra), Rick Richards (guitarra) Dave Hewitt (baixo) e Randy Delay (bateria), o qual viria a morrer, vítima de cancro, em 1991. Nos primeiros tempos houve várias alterações temporárias de line-up, sem que isso perturbasse o amadurecimento que a banda estava a conquistar. Só que, bandas rock nos Estados Unidos são como drogados num parque de estacionamento: para onde quer que olhemos há sempre uma data deles. Por isso, os The Georgia Satellites não saíam da cepa torta até o manager inglês Kevin Jennings ter mostrado a demo a uma pequena editora do Yorkshire, a Making Waves. Sem mais demoras, os trabalhos até aí disponíveis em demo, foram editados sob a forma de um EP de nome “Keep The Faith”, em 1985. Depois de Dan Baird acabaria por se juntar aos Hell Sounds, o que, rapidamente, conduziria à reforma dos The Georgia Satellites.<br />
Já em 1986, a Elektra assina um contrato com a banda, que gravou o primeiro álbum em Atlanta, nos Cheshire Studios. O álbum, homónimo, foi um sucesso tremendo, repleto de canções rock candidatas a trepar os tops. E assim foi. A MTV deu-lhes bastante tempo de antena e o maior cartão de visita da banda, “Keep Your Hands To Yourself” (hoje um clássico) chegou a nº 2 da Billboard, batido apenas por um rapaz de Filadélfia e filho de imigrantes italianos, de seu nome Jon Bon Jovi.</p>
<p><a href="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2009/12/a3b31ee328f1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-360" title="a3b31ee328f1" src="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2009/12/a3b31ee328f1.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Em 1988 gravam uma cover para o filme Cocktail, de um velho clássico de 1964, o contagiante “Hippy Hippy Shake”, original da autoria de The Swinging Blue Jeans. Foi também em 1988 que saiu o segundo álbum, de nome “Open All Night”, que trazia outra cover, esta de Ringo Star, para o tema “Don&#8217;t Pass Me By”. Contudo, a banda elevara a fasquia muito alta no primeiro disco e este não alcançou o sucesso do anterior. Nem o terceiro conseguiu, editado um ano depois e intitulado “In The Land Of Salvation And Sin”. Apesar das críticas positivas, o sucesso comercial não correspondeu às expectativas e em 1990 Dan Baird abandona a banda numa tentativa de lançar uma carreira a solo. Em 1993 os restantes The Georgia Satellites avivam a memória com a compilação “Let It Rock: The Best of the Georgia Satellites” que, para além de incluir os maiores êxitos da banda, tinha também temas do EP “Another Chance”, de 1989, e uma versão ao vivo de “Let It Rock”, de Chuck Berry. Já em 1997, editam o álbum “Shaken Not Stirred”, que não incluía na formação Baird e Magellan, que haviam sido substituídos por pelo baterista Billy Pitts e pelo teclista Joey Huffman. O disco continha material original e algum regravado e que já havia sido incluído em trabalhos anteriores. Pouco tempo depois a banda separou-se.</p>
<p>No final da década de &#8216;90, Mauro Magellan foi para o Wisconsin onde se juntou aos The Crashers. Tocou igualmente nos dois álbuns a solo de Dan Baird e acompanhou-o ao vivo no seu projecto Dan Baird &amp; Friends, também conhecidos por Homemade Sin. Por seu turno, Dan Baird é também um membro do grupo country Trent Summar &amp; The New Row Mob. Já Rick Richards, ainda no tempo dos The Georgia Satellites, arranjou tempo para tocar nos The Ju Ju Hounds, a banda do antigo guitarrista dos Guns&#8217;n'Roses, Izzy Stardlin. Ao todo, gravaram sete álbum, mas nem todos foram editados.</p>
<p>Como estou a escrever isto a 31 de Dezembro, propunha recordar um video gravado há exactamente  22 anos, na passagem de ano de 1987 para 1988, em Nova Iorque. É o hino “Keep Your Hands To Yourself”. Toca a soltar o gado.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/16Ur45vTtw0&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/16Ur45vTtw0&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Shnitt Acht &#8211; os dentes afiados da Florida</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 21:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os mestres Kraftwek desbravaram todo o imenso caminho rumo à electrónica, fizeram-no com a extraordinária torrente criativa do colectivo alemão, fundando na Alemanha uma verdadeira escola de música pop electrónica. Rapidamente essa nova vertente seria acolhida pelos mais variados estilos musicais, formando um verdadeiro caleidoscópio musical e abrindo um sem-número de novos estilos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os mestres Kraftwek desbravaram todo o imenso caminho rumo à electrónica, fizeram-no com a extraordinária torrente criativa do colectivo alemão, fundando na Alemanha uma verdadeira escola de música pop electrónica. Rapidamente essa nova vertente seria acolhida pelos mais variados estilos musicais, formando um verdadeiro caleidoscópio musical e abrindo um sem-número de novos estilos e sub-estilos. Inicialmente, o metal pareceu algo tímido e relutante a fugir à bitola dominante. No entanto, como em qualquer corrente artística há sempre aqueles que decidem inovar e apostar na diferença. Quando a electrónica chegou ao metal teve vários impactos com várias consequências. Houve uma, contudo, mais dominante que rapidamente criou um subestilo perfeitamente sólido e consistente. Falo do industrial metal, dos quais os nomes maiores talvez sejam os Ministry e Nine Inch Nails.<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-136" style="float: left; margin: 0px 10px 0px 0px;" src="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2009/10/Schnitt_Acht_-_Slash_and_Burn.jpg" alt="Schnitt_Acht_-_Slash_and_Burn" width="280" height="280" />Em 1993 comprei, sem audição prévia, um disco de nome &#8220;Slash &amp; Burn&#8221;, de um projecto de nome Schnitt Acht. E comprei gato por lebre, porque me foi vendido como sendo um projecto de industrial metal canadiano. Como sempre tive imenso respeito pelos músicos canadianos das mais variadas áreas, comprei sem olhar para trás.<br />
E acreditem que fiquei convencidíssimo que aquilo era mesmo canadiano, até descobrir que, afinal, era de Orlando, na Florida. Mas isso foi muito tempo depois e já os Schnitt Acht me tinham como um fã incondicional.<br />
Nunca me esquecerei da primeira vez que pus aquilo a tocar no meu leitor de CD do carro. Chovia a potes, eu pus o volume alto e, ainda por cima, o disco abria com um introdutório algo enigmático, mas de baixo volume. Quanto o intro parecia ter a presa anestesiada, soltou-se o primeiro riff e a primeira batida numa bateria desenfreada. Foi como se o carro tivesse sido atingido por um raio. O impacto das ondas sonoras fez tremer o interior, eu fiquei gelado, o meu sistema nervoso desligou-se por instantes e só mesmo os instintos ficaram activos numa tentativa de salvar mais uma criatura.<br />
Mas os instintos contiveram-se: eu que detesto ouvir música demasiado alta no carro, contive-me também por instantes e desfrutei do choque. Chovia ainda mais. A EN13 entre o Porto e Vila do Conde parecia um rio com leito de alcatrão e navegado por camiões e carros, quase tantos como as gotas de água que caíam do céu furioso. Era como se estivesse a ver um filme e tivesse desligado o som.<br />
Soube bem ser dilacerado por um disco. Um simples disco que me apanhou distraído e me confundiu os reflexos. Nunca mais me esqueci e este é um álbum que guardo e ponho a tocar com a mesma emoção da primeira vez, mas agora sem sustos nem surpresas.<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-136" style="float: left; margin: 0px 10px 0px 0px;" src="http://sinfonias.org/dedalos/wp-content/uploads/2009/10/Schnitt_Acht_-_Subhuman_Minds_On_the_Firing_Line-300x300.jpg" alt="Schnitt_Acht_-_Subhuman_Minds_(On_the_Firing_Line)" width="300" height="300" />Os Schnitt Acht são, afinal, originários de Orlando, na Florida e eram formados por Morgan Lekcirt (nome artístico de  William Morgan Trickel), Virgil L. Hibbs e Jeff E. O primeiro contrato data de 1989, com uma subsidiária da Cheetah Record Company, a DJ Magic Mike&#8217;s Majii. As primeiras edições não passaram de alguns vinis em 12 polegadas, até ao primeiro álbum, &#8220;Subhuman Minds&#8221;, em 1990.<br />
Mas a grande obra-prima foi mesmo &#8220;Slash &amp; Burn&#8221;, editado em 1993. Diz quem viu que entre 1991 e 1994 a banda conseguiu reproduzir muitíssimo bem ao vivo aquilo que os discos mostravam &#8211; e não era fácil. Chegaram a fazer uma digressão europeia, mas Portugal ficou de fora. Acabaram em 1994 e, ironicamente, foram descobertos mais tarde quando a internet os levou a gente que os perdera antes.<br />
Mas agora compreendo: os Schnitt Acht são da Florida e na Florida ficam os Everglades, onde habitam aqueles simpáticos crocodilos (que lá se chamam aligátores), uns zelosos rapazes sempre a postos a nos deixar prontinhos para a colocação de piercings. Pois&#8230; os Schnitt Acht são de lá. Claro. No Canadá não há crocodilos.</p>
<p>E aqui fica a formação:<br />
Morgan Lekcirt &#8211; voz, programações, misturas, batidas e teclados<br />
Virgil L. Hibbs &#8211; guitarra e voz<br />
Jeff E. &#8211; bateria e percussão</p>
<p>E agora vejam lá como eles eram ao vivo em em video, com este oficial &#8220;Rage&#8221;, tema de &#8220;Slash &amp; Burn&#8221;. Intrigante, no mínimo. Mas prestem atenção ao trabalho incrível do baterista. Alto e bom som: IMPRESSIONANTE.<br />
Vejam&#8230; se têm dúvidas&#8230;<br />
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		<title>Duas leoas implacáveis e uma gazela incauta</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 22:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ManuelMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Afiada]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1987, juntamente com uma série de amigos, tínhamos uma rádio pirata em Barcelos. A rádio tinha um nome horrível (Rádio Atlântida) e era uma rádio horrível. Passavamos &#8211; alguma &#8211; boa música, mas éramos muito maus a fazer rádio. Aliás, éramos tão maus que julgavamos ter jeito para aquilo &#8211; faltava-nos aquela pequena dose [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1987, juntamente com uma série de amigos, tínhamos uma rádio pirata em Barcelos. A rádio tinha um nome horrível (Rádio Atlântida) e era uma rádio horrível. Passavamos &#8211; alguma &#8211; boa música, mas éramos muito maus a fazer rádio. Aliás, éramos tão maus que julgavamos ter jeito para aquilo &#8211; faltava-nos aquela pequena dose de sensibilidade para reconhecer a nossa falta de classe. Até isso. Aquilo era péssimo. Para mim, foi uma boa escola, sobretudo quando comecei a gravar os meus programas e a ouvi-los em casa, posteriormente. Era nessa altura que as trevas desciam ao meu quarto, tudo se cobria de negro e eu desejava profundamente que ninguém tivesse ouvido aquilo. Eu não sabia respirar, gerir pausas ou colocar a voz, não controlava os níveis, não conseguia colocar a mínima carga dramática no meu discurso e, pior do que isso, falava de improviso sem pensar no que estava a dizer. Ainda mantenho algumas gravações, mas estão bem guardadas e não terei qualquer problema em as exibir como o exemplo máximo de como não fazer rádio. Se calhar, se vocês as ouvirem, vão encontrar paralelismos em muita coisa que ainda se faz hoje em dia. E, acreditem, muita coisa feita por profissionais &#8211; aqueles tipos que são pagos para fazer rádio. Eu jamais ouvirei aquilo sem outro propósito que não seja o de mostrar exactamente o caminho a evitar.</p>
<p>Mas, pronto, o centro comercial na baixa de Barcelos onde se situava a rádio era o nosso ponto de encontro e o local onde a gente se sentia bem e, quando havia tempo, aquele era o nosso local predilecto, como os bêbados elegem a tasca, os bombeiros o quartel ou os drogados um qualquer beco lúgubre. Nessa altura eu pouco mais fazia do que desporto e um reles programa de heavy metal e hard rock. Um programa foleiro que quase se limitava a passar música com essas características &#8211; e, claro, era estupidamente mal apresentado e conduzido. Mas o programa tinha uma grande mais-valia: como eu e o meu assistente (sim, éramos dois&#8230;) conhecíamos bem a cena metálica internacional e eu falava alemão (lia, por isso, todos os meses a Metal Hammer alemã), estavamos sempre por dentro de tudo e o programa tocava as coisas mais recentes que os nossos curtos orçamentos conseguiam adquirir. Aí, até fizemos história. Para muita gente em Barcelos, heavy metal era sinónimo de Saxon, Iron Maiden, Def Leppard, Ac/DC e os gigantes de um passado recente, como Led Zeppelin, Black Sabbath, Judas Priest ou Deep Purple &#8211; na verdade só os Led Zeppelin tinham acabado. Assim, num belo dia fomos à rádio e eu levava na mão um vinil do &#8220;Master Of Puppets&#8221; dos Metallica, ainda com a memória recente do acidente na Suécia que vitimara o baixista Cliff Burton. A rádio tocava nessa altura uma das coisas mais horripilantes que os alemães já fizeram e tiveram a tremenda lata de a mostrar ao mundo: um duo de nome Modern Talking.</p>
<p>Abro um parêntesis para dizer que os alemães, em matéria de música pimba, são campeões absolutos. São a pátria de nomes de culto como Stockhausen ou Kraftwerk, bons nomes da pop como Alphaville ou excelentes nomes da música electrónica e electro-industrial, já para não falar do hard rock dos momentos aureos dos Scorpions ou de uma das rainhas do punk como Nina Hagen. Mas quando desatavam a ser pirosos, eram simplesmente imbatíveis e era de lá que vinham as coisas mais grotescas que vocês possam imaginar.</p>
<p>Até esse momento, eu nunca tinha sido do género de criticar aquilo que os outros gostam ou ouvem (havia música que chegasse para todos), mas como esses artistinhas estavam no ar com um single de nome &#8220;Geronimo&#8217;s Caddilac&#8221;, lembrei-me de ver um maxi-single amarelo com um Caddillac Eldorado na capa &#8211; um belo carro, por sinal. Deduzi que era esse disco de capa berrante que agora estava a espalhar azeite pelo espectro do FM. E não me enganei. Fiz um <em>flashback </em>na minha memória. Lembrei-me de ser miúdo muito pequeno e me sentir atraído pelas velas de cera que a minha mãe punha a derreter. O tom de cor das velas e aquela superfície polida atraíam-me de tal modo que uma vez a emoção falou mais forte que a razão e eu dei uma trinca numa, até aí, irresistível vela. Foi uma lição para a vida: aquilo era mesmo fraco e nem sempre o que parece é. Ao ouvir esse &#8220;Geronimo&#8217;s Caddilac&#8221; lembrei-me da história da vela, tinha eu 4 ou 5 anos. Ouvir aquilo era como comer cera dentro de um pão. Era desagradável. Nessa altura apenas comentei algo do género &#8220;Ai isto é que é o &#8216;Geronimo&#8217;s Caddilac&#8217;?&#8221;. Só perguntei, mais nada. Nem usei nenhum tom jocoso ou irónico. Mas foi o suficiente para soltar as feras. Estavam na rádio duas mocinhas (irmã e namorada de um colega) que me despedaçaram num ápice. Imediatamente a ira das duas madames se abateu sobre mim, como uma leoa limpa o sebo a uma gazela. As garras trespassaram-me o corpo, os dentes furaram-me os órgãos vitais e, sem que pudesse sequer acrescentar algo, a minha capacidade argumentativa sucumbiu perante a raiva incontrolada das moças. Acho que se tivessem à mão duas catanas me trespassavam às postas. Foi uma simples pergunta minha, mas aquelas duas raparigas comportaram-se como aqueles fundamentalistas em qualquer religião que não aceitam sequer uma questão. Para elas, o simples facto de eu questionar aquele tema tinha um de dois significados: ou punha em causa o valor dos Modern Talking (que eram bons como cera no pão) ou demonstrava desconhecer a &#8220;obra&#8221;. Uma de duas hipóteses ou as duas juntas eram, assim, pecado mortal, e eu tinha de ser queimado vivo. Nem foi preciso. Retenho algumas das palavras iradas: &#8220;Ai sim? Pelo menos não fazem barulho. Fazem uma música agradável que as pessoas gostam e estão no top. Não são como esses guedelhudos que só fazem barulho. Eles, ao menos não incomodam as pessoas e não põem cemitérios nas capas dos discos. Que nojo&#8221;. Mas isto é só uma amostra da festa. Houve muito mais, mas o meu sistema nervoso desligou as funções vitais e anestesiou-me: eu acabava de sucumbir sem saber porquê.</p>
<p>Guardo as palavras &#8220;incomodam as pessoas&#8221;. Se vocês não se incomodam com os Metallica (nem mesmo quando tocam as baladas na RFM),  ponham-se a pau. Muito provavelmente vocês nem pessoas são, logo, não são gente. Mas eu aprendi algo mais sobre o mundo animal: que uma gazela tem de estar sempre alerta na savana e ao mínimo descuido as leoas tratam de lhe fazer a folha. A verdade é que, se até aí eu desprezava completamente esse duo, a partir daquele momento comeceia sentir por eles um asco que nem vos conto. E eu, que nem uma pessoa sou.</p>
<p>A verdade é que, 22 anos volvidos, os Modern Talking jazem no mais profundo e frio esquecimento e os Metallica enchem estádios e recintos com 100 mil pessoas, tocam com orquestras filarmónicas e têm centenas de artistas dos mais variados quardantes musicais a interpretar os seus temas, dos Apocalyptica a Avril Lavigne. E o mais engraçado de tudo é que os filhos e filhas das duas senhoras iradas agora subtraem dinheiro ao orçamento das mamãs e andam centenas de quilómetros para ver concertos dos Metallica. Aqueles duas donzelas deveriam saber que não se pode abater assim um demónio da música maldita, sob pena de o seu fantasma cá ficar a atormentar-lhes a existência.</p>
<p>Qualquer que seja o vosso lado da barricada, aqui ficam os dois protagonistas do ataque feroz (descubram as diferenças):<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bcNKOlAZeLw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bcNKOlAZeLw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6KtF7ql3FJc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6KtF7ql3FJc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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