Heavy Metal é música de meninas
Tenho a felicidade de gostar de vários tipos de música e, por isso mesmo, desloco-me frequentemente a vários tipos de salas, com vários tipos de público para ver… vários tipos de música. Tanto posso sair para ver jazz como música clássica ou heavy metal. Neste último caso, raramente vou só porque tenho uma mulher que ouve esse tipo de som e normalmente quer acompanhar o digníssimo esposo. E aqui, estimados leitores, sinto-me como um peixinho tropical em águas temperadas. Sabem porquê? Para além da música, os concertos de heavy metal são os que têm mulheres mais bonitas. E, deixem-me que vos diga, nem sempre foi assim. Na altura em que eu era rapaz novo não fui presenteado com esta verdadeira dádiva dos Céus e eram quase só machos nos concertos de som mais pesado. Quando o meu prazo de validade começou a aproximar-se do fim, eis que surgem belas mulheres de tudo quanto é lado. E agora, como já referi, um concerto de heavy metal é, regra geral, um verdadeiro desfile de beldades, muitas delas a parecer ter sido concebidas com mais rigor que uma pedra preciosa. E, o mais engraçado, é que a minha mulher sabe que eu me sinto bem rodeado por estas belas criaturas, mas também não se importa, o que pode nem ser muito bom. Na verdade, isso pode querer dizer uma coisa muito simples: que a minha provecta idade já me não permite ambicionar mais do que ficar deslumbrado com tanta beleza. E isso, é a maior garantia de eu me manter mais fiel que um pastor alemão devidamente treinado. Não lamento. Acreditem que não. Lamento sim que há uns 20 ou 25 anos só houvesse machos nestes concertos. Até parece que as donzelas estavam todas à espera que aqui o predador ficasse preso por uma pata e incapacitado de passar à acção. Ora, colocada de lado essa hipótese – a acção -, confesso que não hesito em comentar com a minha mulher a beleza das mulheres alheiras. E ela nem leva a mal, pelos motivos que já expus, mas também porque sabe que, para mim, admirar e confessar a beleza de uma mulher não é necessariamente expressar por ela um desejo.
Ora, nos últimos anos, com a chegada das mulheres à cena metálica, passou a ser também comum bandas com mulheres. Bem, nos anos oitenta isso já havia. Só que… bem as Girlschool eram uma banda totalmente feminina de heavy metal. Mas eram todas feias, meu Deus. Cada uma era mais feia que a parceira do lado. Eram feias e desengonçadas. As mais jeitosas eram tão pouquinhas que um tipo lembra-se logo assim sem hesitar: Lita Ford e Doro Pesch. Digamos que não eram exactamente jeitosas. Eram mais do que isso. Eram simplesmente deslumbrantes. De tal maneira belas que até parecia que a beleza delas pesava para aí mil vezes mais que o aspecto grotesco das Girlschool.
Lita Ford era um nome artístico e diminuitivo. Na verdade, ela chamava-se Carmelita Rossanna Ford, nasceu em Londres em 1958 e era filha de italianos. Foi nos Estados Unidos que construiu a sua carreira e ficou mundialmente conhecida com a balada “If I Close My Eyes Forever”, cantada em dueto com Ozzy Osbourne.
Já Doro Pesch, era mais novinha e nasceu em Düsseldorf (Alemanha) em 1964 (tem a minha idade, pronto). Começou por cantar nos Snakebite, mas foi nos Warlock que se tornou famosa. Mais tarde iniciou uma carreira a solo e continuou na rota do sucesso. E o nome Doro também é um diminuitivo. Ela chama-se Dorothé.
E pouco mais havia nos anos oitenta, meus caros. Estas eram mesmo deslumbrantes. Eram o tipo de mulher que qualquer homem desejaria ter e qualquer mulher desejaria ser. Aproveito para confessar que não troco uma mulher latina por nenhuma outra, mas estas eram lindas.
Ora chegados aos anos ‘90, aqui o escriba fica cota e eis que surgem as beldades de todo o lado. Primeiro começaram a ir aos concertos e daí a começar a formar bandas foi num instante. Agora, é como já referi: se querem ver mulheres bonitas, vão aos concertos de heavy metal. Depois, experimentem ver o canal Fashion e comparem. Nos concertos, mulheres lindas e amorosas; nas passerelles, verdadeiros mostrengos esqueléticos de expressões medonhas. Pronto, já sei: a liga feminina italiana de voleibol arrasa qualquer passerelle. Eu sei, eu sei. Eu também vejo o Eurosport e gosto de voleibol. Feminino…
Então chegou a altura de mostrar algumas beldades de algumas bandas.
Esta chama-se Aya, é polaca e canta nos Unsun, uma banda formada pelo guitarrista dos Vader. É uma boneca que nem canta mal, mas que tem uma pronúncia do inglês intragável. Alguém se importa?
Esta é, indiscutivelmente, uma das mais sensuais mulheres do metal melódico. A holandesa Anneke van Giersbergen ainda nos The Gathering:
Eu nem me importava de ser acordado com esta voz. Mas não se assustem. A sueca Angela Gossow nos Arch Enemy:
A sensual Ailyn dos noruegueses Sirenia:
Esta é uma das mais belas mulheres dentro e fora do metal. A mamã Sharon den Adel e os holandeses Within Tempation, banda liderada pelo seu companheiro Robert Westerholt. Meus Deus… este decote…
A doce Anette Olzon, a quem coube o papel de substiuir a Tarja Turunun nos finlandeses Nightwish:
Uma verdadeira femme fatale. Quem não gostaria de soltar amarras naqueles cabelos? Os holandeses Epica com Simone Simons:
A minha preferida (claro, uma latina) é Cristina Scabbia, aqui numa versão dos Depeche Mode, com os italianos Lacuna Coil:
E há mais. Muito mais. Agora respirem fundo que eu depois trago nova remessa. Ou então vão ver o Canal Fashion, vão…
Eu não ligo nada aos sons mais pesados mas devo confessar que gosto de vários temas de grupos com cantoras. Normalmente paro em estações de tv quando estão a dar esses temas que normalmente são poderosos mas também melodiosos.
Dos 80 lembro-me das Vixen que eram bonitas embora não conheça a música. Mais recente e mais comercial temos da Estónia as Vanilla Ninja.
de portugal pobre o que e feito da Roxy petrucci e da Janet Gardner eu gostava de poder comonicar com estas mulheres qual e o correio destas meninas .
http://www.emma-actividades-musicais.pt
ó samuel fdx antes de mandares um ‘correio’ seja pra quem for, orienta primeiro um corrector ortográfico, senão o engate fica comprometido
O que me deixa irritada quando se fala em mulheres no heavy metal, é que sempre se fala no aspecto físico da mulher e não no que importa: a música que ela faz. Se ela é uma boa vocalista, intrumentista, whatever. É como se as mulheres só existissem para ser enfeite. Depois de tantas mudanças na sociedade, continuamos objetificadas.