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Último Podcast (18 Nov 2017)

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Entrevista com Happy Farm

Happy Farm

Entrevista com Grog

Grog

Entrevista com Galo Cant'às Duas

Galo Cant'às Duas

Entrevista com =Mocho=

Mocho

Emissão em Direto (Sádado 12-15)

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Fundado em finais de 2014, o grupo Palankalama é um quarteto que reúne quatro músicos do Porto, todos eles com uma diversificada actividade musical em projectos desenvolvidos em várias áreas da criação - jazz, estudo da música tradicional portuguesa, sonoplastia, criação de bandas sonoras para teatro e cinema e colaboração com artistas plásticos - num projecto comum de música instrumental no wusl confluem as práticas e referências musiciais dos seus membros.

Ao fim de 13 anos com o projecto a solo de High Flying Bird houve a necessidade de mudar artisticamente! O folk, country e Blues caminham lado a lado no ideal desta banda cujo o nome faz uma homenagem à mitologia dos Blues! L-Blues é o nome desta banda que pode ler-se "Hell Blues". Nunca se sabe se o mentor deste projecto, Bruno Lopes, não seguiu as pisadas do Robert Johson. Tudo leva a crer que sim.

O percurso dos Cave Story ficou desde cedo definido, confundindo-se com as suas intenções bárbaras de avançar no panorama pop com a desenvoltura do post-punk e a energia incontível do indie rock: é em direcção à infame revolução em que dançar é condição inegociável. Editadas as primeiras aventuras discográficas em formato EP, o trio das Caldas da Rainha prepara-se para se estrear no formato longa-duração com "West", registo onde desbravam refrães com a urgência do rock sem pôr de lado a doçura pop que nos agarra e envolve em electricidade.

A banda mais bonita e selvagem a sair do Amial, os Sunflowers são tudo o que não se espera: psych punk cheio de fuzz, feedbacks, histórias de aliens, rock garageiro sujo e suado a bater no vermelho, cheeseburgers sobre uma pizza do Pingo Doce, pogo-punk ao som de coros angelicais da década de 60. São dois, às vezes parecem doze e gostam de levar tampões de ouvidos para quem os ouve não os processar por ter o sistema vestibulococlear completamente aniquilado. A galope na bateria de Carolina Brandão ou no meio do caos da guitarra de Carlos Jesus, alguém disse que eram "a melhor porrada que já levei de um feedback". Contra factos não há argumentos.

Na sempre inatacavelmente científica Wikipédia, cuja fiabilidade quase ultrapassa a certeza de que quando Michael Phelps nada é para decorar o pescoço com ouro (inserir ironia a gosto), marrow é um vegetal parente da courgette, cultivado nas ilhas britânicas, na Holanda e na Nova Zelândia. Diz-se ainda que, mantendo as características de cor e forma da courgette, o legume em causa tem um sabor neutro e é insípido quando cozinhado. Até aqui, apetece rir quando pensamos no nome escolhido pelos You Can’t Win, Charlie Brown (YCWCB) para o seu terceiro álbum.

Largados ao mundo nas cinzas da “capital do rock”, os Repressão Caótica encontraram refúgio na margem esquerda do Rio Cávado. Desde 2012 que contaminam o conceito de punk, rejeitando cânones ou mestres, encontram formas dissonantes de destruir o seu som.

Os Marvel Lima, quinteto oriundo de Beja, é a prova que existe uma aura diferente na região do Alentejo. Marvel Lima é José Penacho, Diogo Vargas, Luis Estanque, João Romão e Diogo Marques, banda sediada em Lisboa mas nascida nas quentes e áridas planícies do Alentejo, factor-chave na sua sonoridade.
O seu single de apresentação "Mi Vida", um groove synth-prog-pop-rock, serviu de cartão-de-visita para o primeiro álbum da banda, levando os primeiros concertos a diversos pontos do pais e com "Fever", o seu segundo single embebido em martini, a banda tornou-se uma aposta para o futuro dentro da música alternativa portuguesa.

Há quem precise de se apresentar de currículo na mão, mostrar o que fez no passado para dar valor ao que faz no presente. No caso dos The Twist Connection, não seria difícil fazê-lo: quem gosta de boa música de certeza que já ouviu qualquer um dos três num ou noutro momento. Para o que fazem, os The Twist Connection apresentam-se em 2016 mas podiam apresentar-se 10 anos antes, ou 20, ou 30, ou 40... Para o caso é indiferente. O difícil é fazer coisas simples que façam sentido em qualquer tempo e que soem frescas.

“Mergulho em Loba” de Joana Barra Vaz foi editado no dia 30 de Setembro pela Bi-Du-Á. Um dia antes, Joana Barra Vaz e a banda f l u m e apresentaram oficialmente o seu primeiro longa duração no Teatro do Bairro, pelas 21h30.
“Mergulho em Loba” é a continuação da trilogia “flume” iniciada com “Passeio Pelo Trilho” (2012). A trilogia tem uma forte influência geográfica e, neste caso, o nome não esconde a sua principal inspiração: o mar.

Depois do fenómeno quase inexplicável que abalou o rock nacional a norte do país, com Barcelos a fazer as vezes de Laurel Canyon como incubadora dos mais interessantes projectos psicadélicos nacionais, chegou a vez do interior dar cartas. Galo Cant'às Duas é uma ideia de Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso, que são de Viseu - e fazem questão de o dizer.

Terrakota estão de volta aos álbuns de energia limpa, formação renovada, baterias recarregadas e ainda mais força! Desde que voltaram à estrada em 2015, fervilhando com mais influências musicais trazidas das viagens e cruzamentos pessoais que deram corpo à nova formação, têm estado a trabalhar neste novo álbum sem pressas e com o distanciamento e a respiração necessárias para caminhar com a tranquilidade do Índio.

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