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Ana Figueiras (ex-The Unplayable Sofá Quitar) apresenta o seu primeiro trabalho como cantautora. Juntamente com João Sousa (ex-Muri Muri), tocam temas inspirados na sonoridade das "Murder Ballads" e em temas religiosos do folk.
Na voz e na guitarra, Ana Figueiras interpreta temas com raízes na música tradicional americana. João Sousa acompanha-a nas percussões, clarinete e metalofone. O CD foi gravado em Abril de 2014 no AMP studio em Viana do Castelo com o produtor Paulo Miranda sendo esta uma edição independente.

Criado a 15 de Janeiro de 2010, o projeto Inkilina Sazabra é formado por Pedro Sazabra (voz), Carlos Sobral (bateria, programações, voz de apoio), César Palma (guitarra) e Paulo Dimal (teclados). Na sua discografia a banda conta com os registos “A Divina Maldade” (álbum 2011), “O Bêbado” (ep 2011), “Almas Envenenadas” (álbum 2012) e "Maldita(mente)" (álbum 2014).

"Monkeybusiness" é o maxi-single de estreia dos Black Sombrero, banda de Vila Nova de Gaia. O trabalho foi gravado em finais de 2013 por Jorge Oliveira e trata-se de uma edição própria. A banda é formada por Jorge Silva (guitarra e voz), Luis Ferreira (bateria), Manuel Silva (baixo e voz) e Pedro Pimenta (guitarra e voz).

Pakita Pouco junta uma cantora espanhola e dois músicos portugueses.
Um pouco de pop, firmes instantes de rock, uns toques de jazz e as raízes de um grande território comum caracterizam uma música quente, marcada pelo doce castelhano de Irene Trascasa, a guitarra inventiva de Rui Neves e a bateria segura de Filipe Simões, que divide os pratos e tarolas com uns peculiares botões piânicos.

"Penelope" é um disco cosmopolita, no qual as barreiras tecnológicas se quebram para dar lugar ao movimento humano, à multiculturalidade, ao passo apressado do dia-a-dia e, sobretudo, ao abanar cinético para espantar demónios. Aliás, “Meth Monster”, o tema de avanço, retrata isso mesmo.
A voz de Ana Miró  habitual cúmplice de JIBÓIA —, na sua primeira aventura a solo, é o grande destaque para um trabalho fresco, que agarra nas duas mãos as entranhas da pop e da electro.  Ao todo, falamos de dez malhas  que nos levam por caminhos de mistério, de sensualidade e, porque não?, de exotismo. Francamente influenciado pela electropop de uns Ladytron ou The Knife, Penelope é o resultado sólido que as experiências ao vivo trouxeram a Miró e ao seu talento natural enquanto compositora.

Bruno Mira é um compositor versátil e apaixonado. É um orgulhoso pai de família e gosta de andar de skate. É conhecido de outras paragens mais pesadas com a sua banda anterior Cast A Fire, a berrar como se o mundo fosse acabar. The Fellow Man foi a continuidade lógica do seu passado musical. Uma necessidade, uma forma mais calma de dizer ao mundo o que preocupa Bruno Mira.

Gravado em Boston e em Nova Iorque, “The Sky Over Brooklyn” é o álbum de estreia de Joao Martins, pianista e percussionista a viver em Nova Iorque.
Natural de Coimbra, Joao Martins estudou com Filipe Melo, em Lisboa, antes de ter ido estudar na Berklee College of Music, em Boston, onde se formou em Performance de Piano e Film Scoring.
Antes de se mudar para os EUA, morou em Salvador da Bahia, no Brasil, onde estudou os ritmos e as músicas tradicionais da região.
Neste álbum, João Martins tentou incluir elementos das diferentes áreas de música em que tem estado envolvido: jazz americano, percussão brasileira, conceitos orquestrais de composição.

Os Uaninauei formaram-se no final de 2008 em Évora, e é em 2010 com o seu disco de estreia "Lume de Chão" que começam a dar cartas no rock, cantado e tocado em Português. Após excelentes críticas a esse registo, a banda regressa em 2013 com o EP "Menina Vitória", e a 17 de Março de 2014 é editado "Dona Vitória", o segundo álbum da banda.

Numa entrevista em que recorda um encontro que teve com Jimi Hendrix dois anos antes dele morrer, Joni Mitchell diz que a “primeira mudança” é o momento mais difícil na carreira de um músico. Durante a conversa que tiveram num hotel em Otawa, Jimi Hendrix comentou com ela que gostava de se concentrar na composição e fazer outras coisas, como tocar com uma orquestra, mas sempre que em público abandonava o espalhafato do seu virtuosismo à guitarra, era apupado pelo público, que o acusava de não estar a ser ele próprio.

Ritmos puros e intensos marcados por uma consistente secção rítmica, duas guitarras arrojadas e uma voz densa a narrar enredos incomuns - é assim o rock original, vibrante e enérgico deste quinteto do Porto oficialmente criado em 2006.

The CityZens é um trio formado em 2013 em Vila Nova de Famalicão, Braga, composto por Jorge Humberto (guitarra e voz), Luís Ribeiro (baixo) e Rui Pedro (bateria).
Após 13 anos de trabalho em conjunto, no projeto sUBMARINe, e finda a atividade deste último existiu da parte de Jorge Humberto e Luís Ribeiro a necessidade de continuar com a sua aventura musical. Dessa vontade surge agora “The CityZens” projeto que partiu como um duo e que passou a trio com a entrada do baterista Rui Pedro.

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