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Os Throes + The Shine são cinco e criaram um género nunca antes explorado, o casamento entre o rock despreocupado com o kuduro de fazer mexer ancas e multidões.
Em 2012, sob a alçada da recomendável Lovers & Lollypops, os T+TS editaram o seu disco de estreia, Rockuduro, um trabalho muito bem recebido pela imprensa e pelo público em geral. Agora é tempo de Mambos de Outros Tipos, um disco mais reflectido e ainda mais cosmopolita.

“Cabeça” é o segundo álbum de Filho da Mãe. Foi pensado e gravado entre Terra Feita (Gerês), e Montemor-o-Novo no Espaço do Tempo, onde foi essencialmente composto e gravado.

Depois de “Palácio” (Rastilho Records 2011), “Cabeça” chega em CD como uma edição de autor com o apoio da Cultura Fnac. O formato digital é distribuído em território nacional pela Universal Music Portugal e editado em Vinyl pela Lovers & Lollypops.

“Diffraction / Refraction”, o segundo longa-duração dos You Can’t Win, Charlie Brown, é um disco muito mais desafiador do que “Chromatic” – o álbum de estreia do grupo, editado pela Pataca Discos em 2011. Se é verdade que neste novo disco encontramos uma boa parte do vocabulário já enunciado no trabalho anterior (harmonias vocais exemplarmente construídas, combinação entre elementos folk e electrónicos, diversidade rítmica, construção de ambientes quase sinfónicos), verificamos que agora tudo isso foi levado a patamares ainda mais sofisticados. Inesperados mesmo.

O COMEÇO
Os Capitão Fausto são cinco. São de Lisboa, mas poderiam ser de qualquer parte.
Em 2009 quiseram ter uma Banda. Não se recordam porque lhe chamaram Capitão Fausto.
Mas sabem os nomes uns dos outros… Manuel Palha (guitarra), Domingos Coimbra (baixo), Francisco Ferreira (teclas), Tomás Wallenstein (voz e guitarra) e Salvador Seabra (bateria).

Ass Troubles” é o álbum novo dos Serrabulho, banda formada em 2010 e actualmente formada por Paulo Ventura (guitarra e voz), Carlos Guerra (voz), Guilhermino Martins (baixo, concertina e voz) e Ivan Saraiva (bateria). O álbum é uma edição é da Vomit Your Shirt, da Covilhã, edtora especializada em grind e nos sons mais extremos do metal. Aliás, os Serrabulho tocam qualquer coisa como Happy Death e Grindcore. São influenciados por nomes como Lividity, Gronibard, Gut, Quim Barreiros, Iron Maiden, Mamonas Assassinas, Ren & Stimpy, Zé Marra, Pute de Merde, Camy, "Finger in Girl" e restantes amigos do degredo!!!

Foi em finais dos anos 80, mais concretamente em Abril de 1988 que surgiram Os Gnomos, numa cidade de Braga que respirava música rock. Na cidade decorriam concertos frequentemente e a afluência da juventude verificava-se em massa. Foi nesse cenário que decorreu o primeiro concerto, organizado pelos próprios Gnomos, na Cave do Índio, a 08 de Maio de 1988. A partir desse concerto surgiram muitos convites para tocar em muitos espaços, alguns deles míticos, como o Som Pedro e o Deslize Bar, locais pequenos que enchiam com facilidade e contribuiam para um ambiente inigualável e de energia ímpar.

"Quando as coisas eram mais simples, fazer o que quer que fosse era complicado. Quando as coisas eram mais simples davam trabalho, e dedicavam-se anos a explorá-las, a estudá-las, a apreendê-las e a incorporá-las na nossa vida e naquilo que fazíamos. Quando as coisas eram mais simples respeitar a tradição nem era algo que se questionasse, porque a tradição era o caminho trabalhoso para o que quer que de original pudessemos vir a ser.
Nesta linha de pensamento, “Donkey” é um disco à moda antiga, e os Nobody’s Bizness uma banda teimosa e anacronicamente tradicional.

Conseguem imaginar um projecto musical concebido como argumento de um filme, recheado de histórias onde também a pintura e a fotografia marcam presença, em que cada momento nos faz parecer que assistimos a uma película cinematográfica? O projecto Ron Walker & The Blue Quarter traz um pouco dessa essência, influenciado pelo facto dos seus integrantes fazerem parte de outras áreas artísticas para além da música. Exeemplos: fotografia, artes de palco, produção video e artes plásticas.

O Quarto Fantasma é um trio de Lisboa de rock experimental, principalmente instrumental, que explora várias dinâmicas musicais, do quase silêncio até intensas explosões de som. Músicas amplamente instrumentais com guitarras eléctricas, vozes, bateria e electrónica.
Existente desde 2010, lançou em 2011 o EP “Arder”, que incluiu uma versão do tema “Canção de Embalar” de José Afonso.
A edição em 2013 de “A Sombra”, pela Raging Planet, junta O Quarto Fantasma ao catálogo da editora onde constam bandas como Bizarra Locomotiva, Peste & Sida, Riding Pânico, Men Eater, Besta, Capitão Fantasma, Sinistro, entre muitas outras.

Na primeira pessoa:

Este é o nosso EP "Blossom Age" que queremos fazer chegar ao vossos ouvidos!

Não é o primeiro registo dos A Beta Movement mas é sem dúvida o mais bem conseguido até agora. Arranjamos um produtor, fomos para estúdio, convidamos alguns músicos, tivemos um engenheiro para nos misturar e editamos 200 cópias em vinil.
Agora precisamos da vossa participação para expandir o nosso trabalho!

Ao longo de mais de vinte anos de carreira, o músico, letrista e compositor (e, muito de quando em vez, cantor) José Flávio Martins sempre expressou, em todos os grupos que criou, um amor imenso pela música tradicional portuguesa, fosse o fado ou a música de raiz rural, mas nunca deixando de alargar esse amor -e uma enorme curiosidade e estudo - a muitas outras músicas: a tradição dita celta, a folk anglo-saxónica, o flamenco, o jazz, o tango e até algumas vertentes do pop/rock. Assim, sem hierarquias, épocas históricas ou geografias definitivas ou obrigatórias.

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