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Ash is a Robot é uma banda de pós-hardcore de Setúbal, formada por Cláudio Aníbal (voz),  Renato Sousa (guitarra e voz), Francisco Caetano (guitarra e voz), Gonçalo Santos (bateria) e Bernardo Pacheco Pereira (baixo).
Começaram em meados de 2012, tendo as coisas acontecido de forma muito rápida. Após terem tocado bastante um pouco por todo o país e Espanha, a banda que inclui elementos de outras bandas nacionais decidiu trazer o seu som enérgico e abrangente a uma audiência mais vasta. Os membros de Ash is a Robot são também músicos de Monogomo, Ella Palmer,  Marte, Porn Sheep Hospital e Beautiful Venom.

Os TORTO são três: Jorge Coelho na guitarra, Jorge Queijo na bateria e Miguel Ramos no baixo. Um trio de virtuosos que presta especial atenção à numerologia — Torto, o disco, foi gravado no dia 4 de Maio, em 4 horas, nos estúdios da Meifumado, com o apoio de Zé Nando Pimenta, que ficou, igualmente, a cargo da mistura e da masterização do álbum.

Formada em Julho de 2012 por um grupo de amigos com participações em projetos musicais diversificados, os bracarenses Hawks n'Hounds são uma banda Rock Alternativo, fortemente influenciada pela corrente stoner deste estilo musical.
Um ano após a sua formação, estes "cães danados" decidiram materializar alguns devaneios musicais construídos e desenvolvidos num EP gravado em formato de ensaio, despido de subterfúgios eletrónicos e de "operações cosméticas" de produção de estúdio.

"A grande surpresa do quarto volume da mostra de bandas bracarenses “À Sombra de Deus” dava pelo nome de Ermo, a singela designação do duo formado em 2011 por António Costa e Bernardo Barbosa e que, apesar da acentuada juventude dos seus membros, ostentava uma originalidade já bem vincada, tanto mais surpreendente quanto rara nestes tempos hegemónicos em que a formatação e as imitações ditam as regras.

Indignu [lat.] apresentou 'Odyssea' no final de Abril de 2013. Gravado e produzido em Viana do Castelo, nos estúdios AMP, com Paulo Miranda (The Legendary Tiger Man, Peixe:Avião ou The Glockenwise), e masterizado por John Golden (Sonic Youth, Neurosis, Mono, Melvins, Pelican, Black Mountain Tv On The Radio), nos Goldenmastering Studios, em Ventura, Califórnia.

Este álbum de cinco canções (para as quais foram filmados cinco telediscos) é uma fotografia do que a Armada foi desde o seu início em 2009 até ao mês de agosto de 2013. É o resultado de uma série de mutações desde a banda punk sem aspirações de grandeza até à banda rock n’roll que não quer parar de crescer.

“Almost Visible Orchestra” é o nome que dá título ao novo disco de noiserv a editar a 7 de Outubro.
Com exactamente trinta minutos de duração, dez são as músicas que compõem este segundo longa-duração do músico Lisboeta, e dez são os momentos que nos transportam para uma constante ambiguidade entre a realidade e o sonho a que noiserv tanto nos habituou.

Os Los Waves são um projecto especial, o único do seu género no panorama nacional, com uma abordagem etérea, envolvente mas ao mesmo tempo fresca, pop, viciante e catalisadora.

Vão beber influências à new wave, numa travessia Pop que funde a natureza, o psicadelismo, o tribalismo e uma sonoridade urbana e ambiciosa, resultante talvez de meses a viver num tenda em praias desertas e longas viagens pela América do Sul e pelo Oceano Índico.

Saiu a 16 de Setembro o primeiro disco de longa duração dos Nome Comum, um álbum com oito temas originais, escritos em português, por Bernardo Palmeirim e Madalena Palmeirim. Entre os dois irmãos, da ideia de um surge a frase do outro, e num processo natural e intuitivo de composição as canções são sempre escritas a duas mãos e cantadas a duas vozes. Num formato distintamente acústico, as suas canções propõem uma fusão da tradição musical portuguesa com diferentes universos musicais contemporâneos, passando pelo folk, bossa nova e rock alternativo. “Cuco” é um bestiário de ironias, folias, agonias e outras manias.

Lisboa é uma das cidades mais bonitas do mundo! Mais do que um statement, é algo que os portugueses se podem orgulhar: vivem numa cidade lindíssima, carregada de história e de uma beleza invulgar. Em crise ou não, os portugueses são uns resistentes, não se vergam perante as adversidades. Têm esperança num futuro melhor. São saudosistas - talvez em demasia. E saudosismo não significa forçosamente FADO, património da Humanidade.

Os bracarenses peixe:avião editaram o seu terceiro álbum, e sucessor de “Madrugada” de 2010, a 16 de Setembro.
O novo trabalho representa, em vários aspectos, uma mudança de direcção em relação aos registos anteriores do quinteto. O disco, homónimo, foi composto durante o ano de 2012 de acordo com uma auto-determinada premissa de composição em contexto da sala de ensaio, contrariando aquilo que, até ao momento, vinha a ser a metodologia de composição adoptada pelo grupo. Em Fevereiro de 2013, foi gravado por Nélson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho, finalizando um processo de gravação iniciado pela própria banda.

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