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O “Sinfonias de Aço” propõe agora recordar um concerto com exactamente 17 anos, gravado ao vivo, em Viseu. em Março de 1993. São 35 minutos de concerto que podemos agora devolver à vida.

1. Resiste (4:26)
2. Mundo do Consumo (3:11)
3. Nostalgia (2:14)
4. S.O.S. Ambiente (4:22)
5. Vida Suburbana (2:55)
6. Revolta (3:16)
7. Génese (3:11)
8. Gordo (3:46)
9. Realidade, Tua Condenação (5:12)
10. Astro Zombies (Misfits) (2:24)



Os Corrosão Caótica formaram-se em 1988, em Lisboa, por Rui (bateria) e Miguel ‘Zé Gato’ (baixo). Durante uns meses tiveram o Penas na voz e o Cruche na guitarra – essencialmente entretiam-se numa cave a fazerem covers de GBH, Disorder e Chaos UK. Em 1989 o guitarrista João (actualmente guitarrista dos Gazua) e o Paulo ‘Piranha’ (voz) juntaram-se à matilha. Ensaiavam então na cave do Penas, onde também ensaiavam outras bandas, como os Atrofiados, Tropa Morta, CIAneto, Fart & Dr. Estigma. Eram então uma banda punk.
Na sua primeira demo, “Mais Uma História de Amor” (as guitarras nesta demo foram gravadas na casa de banho do guitarrista de Cianeto), fizeram uma cover dos Disorder (“The Rampton Song”), mas com uma grande lata mudaram a letra (ideia do Rui). Deram vários concertos por Portugal de norte a sul, este e oeste, e mesmo em Espanha. As bandas com quem tocavam mais eram os Fart, Tropa Morta, Subcaos, Alcoore, etc.
Já em 1991, o Bibi da Slime Records (mais tarde Ataque Sonoro) lançou o Ep “União e Ocupação”, que acabou por sair no ano seguinte. Neste período, os Corrosão Caótica tiveram uma segunda guitarra, da responsabilidade da Susana, que tocou alguns concertos com a banda, como um no Johnny Guitar no lancamento do “União e Ocupação”. No ano seguinte, gravaram uma demo em que já se nota o thrash/hardcore das barracas.
Em 1991, tiveram um projecto à parte de nome Kolestrol, que era formado pelo Joãozinho, Zé Gato e Rui (Corrosão Caótica), Serpa (Kú de Judas), Zé Pedro (Atrofiados) e Susana (Dr. Estigma). O pessoal até estava entusiasmado, mas infelizmente só deram um concerto – juntamente com Corrosão Caótica e outras bandas -, no pavilhão Carlos Lopes, perante mais de 1000 pessoas, sendo que 500 destas pessoas eram famílias aterrorizadas e boquiabertas. Depois, arrumaram as botas.
Em 1994 saiu o Zé Gato da banda para ir tocar provisoriamente para os Subcaos e pois as divergências musicais ja se notavam. Ainda gravaram um CD em 1995 antes de acabarem de vez. As suas letras falavam sobre problemas sociais, contra a exploracao de animais (no single incluia um panfleto contra a tourada), contra o fascismo e algumas mais negras como o lado negro pessoal e ódio a certas coisas – por elas saiam em fanzines, revistas e jornais nacionais. Contudo, na altura, fizeram o que tinham a fazer e por uns anos ajudaram a carregar o estandarte da cena Punk/Hardcore nacional. Na altura em que o Gingão fechou as portas, a inspiração foi-se. O guitarrista João ainda tocou nos Lunar Caustic e Carbon H e é actualmente voz e guitarra dos Gazua.

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