A música não só é uma das nossas melhores amigas, como também nos ajuda a musicar partes da vida. Ajuda a exorcizar, a libertar e, acima de tudo, a sentir.
Violent Feathers não é só o terceiro disco de Spiralist! É uma biografia musicada, carregada de uma carga psicológica e emotiva bastante densas, reveladoras e redentoras.
É preciso cair para nos levantarmos com mais força e é preciso, também, viver na sombra para dar valor ao sol. Sendo que é sempre bom quando nos descobrimos e apercebemos que temos capacidades escondidas que nos podem levar onde pensávamos não conseguir chegar.
Cada canção é uma vivência, emoção, sentimento. Alguns bons, outros maus, mas sempre intensos.
Com cada revelação interior foram surgindo as músicas e o disco foi ganhando forma. Tendo o álbum sido concebido como uma série de sessões de terapia em formato de canções, onde cada uma é uma peça de um puzzle que precisa de ser agregada às outras em contexto para ser compreendida. As canções interligam-se, também, sonicamente de forma a criar um sentido de continuidade cinemático e a recompensar múltiplas audições.
Violent Feathers é o resultado de uma escrita brutalmente honesta com uma série de experiências traumáticas contidas numa peça musical singular.
Nada é facilmente revelado. Mas as respostas podem ser encontradas lá.
Instrumentalmente, podemos sentir vários tons e paisagens, normalmente em dualidades extremas entre a calmaria e a explosão. O metal e o industrial, o electrónico e o rock, com traços demarcados de 90’s.
Escrito e executado por Bruno Costa (Spiralist), contou com a participação de Benjamim Gomes nos Ruídos, Daniel Sampaio no efeito vocal ("Death Throes"), Daniel Valente na gravação (bateria, vozes, violinos) e arranjos vocais, Graça Carvalho nos violinos ("Closure"), João Pedro Amorim nas Trompetes ("Death Throes"), José Soares na bateria e Sofia Magalhães nas vozes ("Underbelly"). Foi gravado nos estúdios Caos Armado em Setembro e Dezembro de 2023, conta com mistura por Ricardo Borges e masterização por Tony Lindgren, realizadas nos Fascination Street Studios, na Suécia e contou com Alexandra Santos e André Constante Carvalho (como "MESTRIA") para a Capa e elementos visuais, videoclipes e fotografia.
Violent Feathers saiu no dia 23 de Maio em versão digital, com apresentação no dia 30 de Maio no Maus Hábitos, no Porto.
BIOGRAFIA
ascido na cena musical portuense em 2018, Spiralist é o projecto do compositor e multi-instrumentista Bruno Costa.
Usando a música como veículo de libertação e de apaziguamento de guerras internas e, até externas, Spiralist, combina sons pesados, industriais e electrónicos com elementos de música rock e sensibilidades mais acessíveis. A sonoridade do projecto tem vindo a metamorfosear-se ao longo dos anos passando pela opressividade do black e doom metal de Nihilus, álbum de estreia, até aos elementos de música Industrial e punk hardcore de The Future EP, chegando à natureza atmosférica e meditativa do rock/jazz e electrónica do segundo álbum, Eternal Recurrence.
Tal como a vida se apresenta diante de nós nas mais variadas formas, a música assume, também, formas, contornos e sentidos diversificados no percurso de Spiralist, usando a lírica para abordar temáticas que vagueiam entre dualidades traumáticas e terapêuticas, sempre com um instrumental compacto e profundo que pode colocar o ouvinte em vários espaços físicos e, até, mentais.
Violent Feathers é o terceiro disco de Spiralist e como cartão de visita, saui, a 10 de Janeiro, o primeiro single “Baptism By Fire” acompanhado de um videoclipe.
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©2025 Raging Planet (AS/RP424)
Composto e interpretado por Bruno Costa
Artwork e imagem gráfica do disco, videoclips e forografia: Alexandra Santos e André Constante Carvalho (Mestria)
Noise: Benjamim Gomes
Efeito vocal em "Death Throes", feedback adicional de estúdio e arranjos: Daniel Sampaio
Produção adicional e gravação de estúdio (bateria, vozes, violinos) e arranjos vocais: Daniel Valente (Estúdio Caos Armado)
Violino em "Closure": Graça Carvalho
Trompete em "Death Throes": João Pedro Amorim
Bateria: José Soares
Mistura e produção adicional: Ricardo Borges (Fascination Street Studios)
Voz em "UnderbellY": Sofia Magalhães
Masterização: Tony Lindgren (Fascination Street Studios)
1. Hell Froze Over (5:04)
2. Parasites (3:23)
3. Disintegration (4:18)
4. Damaged Goods (0:47)
5. Underbelly (3:10)
6. God Unknown (4:47)
7. Glasseater (5:09)
8. You Weren't Supposed To See This (1:32)
9. Deeper (6:50)
10. Baptism By Fire (4:53)
11. All Plots Move Deathward (1:41)
12. Death Throes (4:05)
13. Sometimes I Just Disappear (2:21)
14. Closure (6:33)























