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O mundo das “covers” em Portugal celebra um novo capítulo com o lançamento do CD “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2”, editado a 6 de Março. O disco reúne cinco artistas — John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak — que reinterpretam clássicos do rock, pop e indie, oferecendo novas camadas de significado a temas que atravessam gerações. O single de apresentação é a eletrizante versão de “My Friend Jack”, de Paul Oak, originalmente dos britânicos The Smoke.
Ler mais: Colectânea "Cover de Bruxelas - Sessions Volume II"
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Quatro anos de luta, um manifesto de sobrevivência sonora.
A resistência pode ser uma força que se mantém firme ou uma defesa contra o ataque. É um modo de oposição à opressão e repressão. Nos tempos que correm é urgente resistir e lutar pela liberdade que ainda nos resta.
A música, para além de ser uma bela companheira de luta, é, também, uma das melhores mensageiras, ainda possíveis, de usar e é através dela que os Last Piss Before Death nos mostram que ainda podemos lutar e resistir.
Resistance é o segundo disco dos Last Piss Before Death e revela quatro anos de resistência criativa, entre a composição e experimentação, que deram origem a um testemunho cru e honesto da persistência de uma banda. É o resultado de uma travessia artística mas também emocional, onde os riffs e as palavras se tornaram atos de sobrevivência. O título reflete não apenas a resistência contra o desencanto, o silêncio e a erosão interior, mas também a resistência contra as adversidades do mundo exterior.
Musicalmente menos centrado no groove metal do passado, o álbum abre espaço para ambientes progressivos e texturas atmosféricas, sem abdicar da ferocidade do death metal e da intenção visceral do thrash que sempre definiu a identidade da banda.
Depois de “Reset”, lançado em Abril de 2024, segue-se o single “Echoes” em jeito de antecipação do disco. Resistance foi gravado e produzido por Pedro Lourenço nos MrKing Studios e Terrasse Studios e masterizado também por Pedro Lourenço no Tokyo Cave. Saiu no dia 20 de Fevereiro com o selo da Raging Planet e foi apresentado no mesmo dia no Side B, em Alenquer.
“Este disco é sobre o saber resistir e não desistir da música nem de nós próprios, e tentar manter a chama acesa daquilo que gostamos mais de fazer.”
BIOGRAFIA
Last Piss Before Death é o resultado da união de quatro amigos nascidos e criados em Portugal que partilham a mesma paixão pelo Caos e Metal.
Com sede de mosh, agitação corporal e explosões sonoras de adrenalina pura, a criação dos Last Piss Before Death surge de ideias diluvianas da voz de Edgar Alves (Lbh, X Alternative, Vulkanik) e da guitarra de Pedro Lourenço (Fallen Seasons, YSGA, Woman in Panic, Dollar Llama), de formar uma banda de Old School, Groove e Thrash Metal.
Em Março de 2019 começam a ensaiar já com Eduardo Caturra no baixo (Sannedrin, Gang Baco) mas a banda só ficaria completa em Junho com a entrada de João Gama (Bala Verde) para a bateria, altura em que o quarteto começou a dedicar-se à composição dos temas que fariam parte do álbum de estreia.
Em Outubro de 2020 a banda lança o seu primeiro single “Devil's Road”. O vídeo que acompanha o tema pretendeu fazer uma homenagem aos espaços Lisboetas associados à cultura underground, que fecharam portas na época da pandemia e em Março de 2021 a lança “Tear Down the Walls”, um apelo à paz e união em jeito de premeditação para os tempos conturbados que se vieram a revelar.
Apesar do hiato pandémico algo longo, que retirou à banda um pouco a noção do tempo, os Last Piss Before Death continuaram a compor o seu álbum de estreia, tendo a 21 de Fevereiro de 2022 lançado LPBD com o selo da Raging Planet com apresentação no RCA e que rodou vários palcos do país, destacando-se o after party do Evil Live Festival e os festivais Laurus Nobilis e Viseu Rock Fest.
Depois de no dia 25 de Abril de 2024 terem lançado “Reset", tendo como mote a liberdade de expressão, lançam agora o seu segundo disco. Resistance foi gravado e produzido por Pedro Lourenço nos MrKing Studios e Terrasse Studios e masterizado também por Pedro Lourenço no Tokyo Cave. Sai no dia 20 de Fevereiro com o selo da Raging Planet e será apresentado no mesmo dia no Side B, em Alenquer.
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCgb55p-GDsFsWP10Xb9SvyQ
Website: http://www.lastpissbeforedeath.com
Facebook: https://www.facebook.com/lastpissbeforedeath
Instagram: https://www.instagram.com/last_piss_before_death/
Imprensa - Ride The Snake - Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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©2026 Raging Planet (AS/RP442)
Edgar Alves: voz
Pedro Lourenço: guitarras
Eduardo Caturra: baixo
João Gama: bateria
Todas as letras por Edgar; todas as músicas por Pedro, Eduardo e João
Gravado e produzido por Pedro Lourenço e Last Piss Before Death no MrKing Studios e Terrasse Studios
Masterizado por Pedro Lourenço no Tokyo Cave
Produtor executivo para a Ragingplanet: Daniel Makosh
Artwork pot Last Piss Before Death
Capa por Leonardo
Foto da banda de Santiago
1. Voices (5:02)
2. Fall (3:14)
3. Echoes (3:11)
4. Cry (4:53)
5. Madman (3:38)
6. Bells (5:20)
7. Driving (4:23)
8. Supernova (5:22)
9. Halloween (3:03)
10. Reset (4:01)
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Seguindo o conceito de colecção, este novo capítulo apresenta-se num formato split entre a Orquestra Popular de Paio Pires (OPPP) e os Dub Station.
Ambos os projectos são naturais do concelho do Seixal e já colaboraram anteriormente com a ADC, mas estreiam-se agora no formato CD.
A OPPP continua a destacar-se pela sua irreverência, lembrando marcos como o projecto de 2012 (um EP mensal durante um ano) ou o recente álbum em usb, "150 A Morte do Borrego", com mais de 8 horas de duração.
Por sua vez, os Dub Station regressam após o seu álbum homónimo de 2010.
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Jardim do Enforcado, a banda lendária dos anos 80, considerada a primeira banda de Deathrock em Portugal, volta a brindar os fãs desta vez com o segundo lançamento em CD.
A Pós-80's orgulha-se de apresentar "Onde Caixões Brotam como Flores ao vivo no RRV, 18 maio '89", o registo do mítico concerto de homenagem, 9 anos após a morte de Ian Curtis (Joy Division). O CD inclui um booklet de 20 páginas com imagens e um texto de Luís Futre.
Ler mais: Jardim do Enforcado - "Onde Caixões Brotam como Flores ao vivo no RRV, 18 maio '89"
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É a dualidade que nos vai moldando e ensinando que existe sempre o outro lado de tudo.
Das experiências, dos sentimentos, dos objetos, do bom, do mau, do feio, do belo, do breu e da luz.
O verão que tende a ser repleto de luz, calor e alegria, tem, de igual modo, o frio e uma sensação de tristeza melancólica. As dualidades e os opostos revelam-nos que pode ser tudo mais emocionante e menos aborrecido.
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Hȧ vȧrias dfinições de inferno: enquanto lugar fisico imaginȧrio e enquanto lugar mental (imaginȧrio, tambėm, pois o que conhecemos de inferno serão sempre conceitos e nunca uma realidade cancreta). GEHENNA poderȧ ser mais um dos nomes que o inferno pode ter. O inferno como local fisico de punição e/ou purificação. É, também, o nome do primeiro disco de Fjords. Não porque nos remeta para um possivel inferno, mas porque aborda o percurso interno de chegar lá, ficar lá e sair.
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O projeto Principia Parallax de Jaime Salvadinho é universal e reúne músicos de várias partes do mundo. É um encontro de culturas onde a música atua como linguagem comum, quebrando fronteiras e unindo tempos e espaços.
Com uma diversidade geográfica notável, os instrumentistas injetam uma riqueza única no álbum "Tremal Naik". O resultado é uma combinação de experiências e influências que celebra a arte na sua dimensão mais global.
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Nos anos 80/90 os JOÃO C. BOM foram uma banda do panorama nacional do “rock português” que editou 2 álbuns de originais (“João C. Bom” em 1989 pela EMI – Valentim de Carvalho e “À Margem da Lei” em 1994, pela Numérica).
O nome JOÃO C. BOM representa um “aportuguesamento” do tema que muitos consideram a génese do Rock’N’Roll, o icónico Johnny B. Goode de Chuck Berry, e foi o nome de batismo escolhido para a banda, pelo “padrinho” e produtor do 1º álbum - Rui Veloso.
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O quarteto Black Pig Meat lançou no dia 8 de dezembro o seu álbum de estreia, "Symbiotic Dream", uma simbiose intensa entre rock psicadélico e alternativo, energia de jazz fusion e explosão improvisada. O disco marca o fim de um ciclo iniciado em 2022 e abre caminho para a digressão que o grupo prepara para 2026.
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" f f f " é um disco de intensidade máxima — um retrato sonoro de sensações extremas, de vida levada ao limite e de música tocada com a força total que a palavra fortíssimo sugere.
Spreader é uma banda nascida da convergência entre pulsos mecânicos e a urgência humana, e assume-se como um território onde o experimentalismo e a intensidade convivem lado a lado.
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Tens dezassete anos e a tua futura namorada aparece com o álbum Mirror Moves (1984) debaixo do braço. A capa fixa-te a atenção, mas é o nome da banda que te conquista: The Psychedelic Furs. Uns dias depois ouves no “Som da Frente” a voz do António Sérgio a apresentar um especial “Lista Rebelde – Vozes Masculinas”: no sexto lugar aparece Richard Butler e o tema escolhido para o ilustrar é “The Ghost In You” (o tema de abertura de Mirror Moves). Pedes o disco emprestado à futura namorada, mas no fundo era mais um pretexto para estar em contacto com ela, e ouvir o disco vezes sem conta.
Ler mais: Colectânea “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs"


































