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A investigação de um homicídio pode ser algo que carece de vários elementos. Um deles será o estado de espírito e a ambiência que envolve quem está no meio da teia, à procura de um fio condutor.
Para o seu primeiro álbum a solo, John Mercy criou um álbum conceptual que segue uma estrutura próxima do “romance policial” iniciado por Edgar Allan Poe e mais tarde explorado por autores desde Dostoyewsky a James M. Cain, Dashiell Hammett entre outros. Ao longo das páginas deste álbum o leitor é desafiado a descobrir quem afinal matou Harry – e as descobertas ao longo da narrativa não são sempre o que parecem.

O tempo, esse estranho elemento das nossas vidas, indispensável, escasso e demasiado valioso. Um bem que nos foge por entre os dedos e que nos afronta com a sua presença.
O tempo não pára, não morre, não quebra e é através dele que conseguimos crescer enquanto pessoas. Não sabemos se é possível viajar no tempo nem se isso nos ia ajudar ou ser mais uma arma letal, mas existe um paradoxo que se foca na possibilidade de influenciar o tempo passado enquanto viajamos no tempo. Aqui focamos o facto de, ainda que pudéssemos viajar no tempo, a história não mudar pois estas mudanças já estão contidas auto-consistentemente na linha do tempo passado.

Formados em Lisboa em 2016, os Fonte surgem com o objetivo de fundir sonoridades como Thrash Metal e Hardcore com algumas influências de Death Metal ou Metalcore, com referência a bandas como Lamb Of God, As Blood Runs Black, At The Gates e Pantera mas com uma sonoridade mais pessoal e letras em português.

As estranhas formas de sentir, as estranhas formas de viver, as estranhas escolhas, ou a estranha vida. Poderá tudo guiar-nos a várias direcções ou simplesmente aquela que temos mesmo de seguir? Afinal o que é estranho é que é sentir?

Passou um vendaval por aqui

Passagem da década de 1980 para a de 90. Na esteira do boom do pop-rock português, o melhor que ouvimos aconteceu na segunda linha – ou até na terceira. Foi entre os “independentes” (sem contratos com as majors) e os “alternativos” (apresentando-se em lugares mais esconsos e pouco mais podendo, em muitos casos, do que editar em cassete) que os projectos mais interessantes surgiram, porque inovadores e inventivos, por vezes das maneiras mais inesperadas.

Durante o confinamento pandémico, os Lux Yuri gravaram uma série de músicas que resultaram em 3 EP's, de entre os quais "Domestic Amusement", editado fisicamente no final de 2022 (duas edições esgotadas). Os restantes EP's são de sonoridade diferente, com um conteúdo lírico também diferente do habitual da banda, e serão editados no decorrer deste ano de 2023. Todas as canções foram gravadas e produzidas pela banda.

Após anos de caos, devassidão e desordem, Mallus Spiritus decidiu reunir-se mais uma vez para lançar formalmente o seu trabalho "Vultures of Despair" para o mundo. Uma coleção de hinos do black metal Industrial que são o resultado de uma vida inteira de experiência e profanação. Uma mistura refrescante do antigo e do novo, imprevisível e implacável que fará os teus ouvidos sangrarem. Prazer e dor condensados em rajadas de ondas sónicas implacáveis.

Os Okkultist nasceram em 2016 apresentando numa linha blakened death metal e chamaram à atenção com o lançamento bem sucedido de "Reinventing Evil" pela Alma Mater Records. A banda tinha lançado anteriormente um EP independente de nome "Eye Of The Beholder" numa altura em que não faziam sequer ideia da projecção que ele iria obter. Assinaram com a Alma Mater Records em 2018, o que então resultou no 1º álbum. Com a edição de "Reinventing Evil" em 2019, com o crescimento da banda e uma pandemia a atingir toda a gente um ano mais tarde, os Okkultist tiraram proveito deste tempo para, literalmente, reinventar a imagem e sonoridade. Decidiram adoptar uma direcção diferente, mas mesmo assim consistente.

Os Deep White Void (DW VOID) são uma banda portuguesa de rock alternativo, de Lisboa, formada em 2008 por alguns elementos dos antigos k4 quadrado azul, Essa Entente e Aix-la-Chapelle. "Hiatus" é já o terceiro longa duração, depois de "10" (2013) e "Songs of Sadness And Disappointment" (2015).

Na inquietude dos nossos dias e dos nossos dias dentro da nossa mente surge uma espécie de caos desordenado que nada mais faz que tentar ordenar os nossos sentidos, gerando um desconforto electrizante e, na maioria das vezes, incandescente.
Em confronto como esta realidade, podemos sentir alguma Dor ou sensibilidade extrema colocando-nos defronte com uma espécie de eletricidade estática auditiva, sensorial e visual que capaz de nos guiar por uma viagem com diferentes destinos.

Durante este caminho a que chamamos vida, sentimos, por vezes, momentos de confusão emocional, sentimental e até existencial, que nos encaminham para diversas direções que podem construir ou destruir-nos enquanto pessoa. Cada vez mais, o mundo à nossa volta avança neste sentido e diariamente somos sovados com vagas de intensidades que, na maior parte das vezes, nos apanham desprevenidos.

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Telefones: 253 044 720; 933 595 923

Não esquecer: se for para tocar no programa, devem enviar faixas audio em qualquer formato (de preferência com o mínimo de compressão).
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